Aplicação da Lei Paulo Gustavo no Setor Audiovisual da Baixada Fluminense
DOI:
https://doi.org/10.12957/cdf.2026.97047Palavras-chave:
Baixada Fluminense; Lei Paulo Gustavo; setor audiovisualResumo
Este artigo investiga a aplicação dos recursos da Lei Paulo Gustavo (LPG) no setor audiovisual da Baixada Fluminense, contrastando esse fomento emergencial com a trajetória histórica das políticas culturais no Brasil. Para isso, o estudo inicialmente, revisita o histórico nacional de fomento cinematográfico; em seguida, analisa o contexto territorial da Baixada, marcado pela perda de seus antigos cinemas de rua e pela posterior articulação de redes de cineclubes e coletivos de resistência; por fim, examina empiricamente 31 editais voltados ao audiovisual da LPG publicados entre 2023 e 2024 pelos treze municípios da região. Os resultados demonstram alto índice de preenchimento de vagas destinadas à produção de obras e ao incentivo direto, evidenciando a forte demanda reprimida e a capacidade criativa local, porém também houve níveis baixos de ocupação nas categorias de formação, preservação e mostras.
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Copyright (c) 2026 Bruno Souza Duarte Lima

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