Monumentos na Metrópole

Simbolismo da Desigualdade Socioespacial no Rio de Janeiro

Autores

DOI:

https://doi.org/10.12957/cdf.2026.96997

Palavras-chave:

monumentos; formas simbólicas espaciais; desigualdade socioespacial; região metropolitana do Rio de Janeiro.

Resumo

Este trabalho analisa a distribuição espacial de monumentos na Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ), destacando as relações de poder e centralidade simbolizadas no espaço urbano. Discute-se a desigualdade socioespacial, com maior concentração de monumentos e informações na capital em detrimento dos demais municípios. O estudo mapeia quantitativamente esses monumentos, relacionando-os a disparidades sociais, utilizando dados de sites, Google Earth e prefeituras. Constatou-se que a capital, especialmente em áreas elitizadas, concentra mais monumentos, com temáticas e homenagens que refletem a dominância de grupos privilegiados, negligenciando a representatividade das diversas camadas populacionais fluminenses. A pesquisa evidencia como a materialização desses símbolos reforça desigualdades territoriais e culturais. 

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Biografia do Autor

Rodrigo Batista Lobato, Universidade Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil.

Pós-doutor pelo Programa de Pós Graduação em Educação na Universidade Federal Fluminense. Doutor pelo Programa de Pós Graduação em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Mestre em Engenharia Cartográfica pelo Programa de Pós Graduação no Instituto Militar de Engenharia. Geógrafo do magistério pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Atuando como Professor Adjunto no Departamento de Geografia e Professor Permanente do Programa de Pós Graduação em Educação, Cultura e Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Faculdade de Educação da Baixada Fluminense (UERJ-FEBF) e Professor Permanente do Mestrado Profissional em Ensino da Geografia em Rede Nacional (PROFGEO) do polo UERJ. Atualmente, coordenando o Laboratório das Cartografias Históricas e Escolares (LaCarthe). Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Cartografia, atuando principalmente nos seguintes temas: Cartografia Escolar; Cartografia no Ensino de Geografia; Letramento e Multiletramentos na Cartografia; História do Pensamento Cartográfico Escolar; Epistemologia da Cartografia; Cartografia decolonial e os mapas subalternizados; Arte visual, brincadeira e imaginação na educação geográfica; Geoprocessamento aplicado na educação; Cartografia e Geografia Cultural; e Cartografia/Geoprocessamento Aplicado às Análises Ambientais. 

Erika Ferreira de Carvalho, Universidade Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil.

Professora em formação com experiência na Educação Infantil e no Ensino Fundamental I, atuando anteriormente como Professora II. Graduanda em Licenciatura Plena em Geografia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), campus Duque de Caxias (FEBF). Iniciou sua trajetória acadêmica no Curso Normal de Formação de Professores, concluindo o Ensino Médio com habilitação para magistério. Atualmente, integra o programa de pesquisa de Iniciação à Docência no Colégio de Aplicação da UERJ (CAp UERJ) e participa como voluntária no Laboratório de Cartografias Históricas Escolares (LaCartHE), desenvolvendo pesquisas sobre representações cartográficas no ensino de Geografia. Comprometida com a educação e a formação docente, alia teoria e prática pedagógica em sua atuação acadêmica e profissional. 

Lilian Santos Pinto

Graduanda em Geografia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), com interesse na área de Geografia Urbana e Segurança Pública. Atuou como estagiária na Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) da Polícia Civil, onde utiliza a plataforma de transbordo do Instituto de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro (ISP). Membro do Grupo de Pesquisa de Cartografia (LaCarthe) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

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Publicado

27-06-2026

Como Citar

MOREIRA, Kamilli Euzebio; LOBATO, Rodrigo Batista; CARVALHO, Erika Ferreira de; PINTO, Lilian Santos. Monumentos na Metrópole: Simbolismo da Desigualdade Socioespacial no Rio de Janeiro. Cadernos do Desenvolvimento Fluminense, Rio de Janeiro, n. 31, 2026. DOI: 10.12957/cdf.2026.96997. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/cdf/article/view/96997. Acesso em: 30 jun. 2026.

Edição

Seção

II Seminário de Estudos sobre o Estado do Rio de Janeiro (II SEERJ)