A Questão Fiscal Fluminense

Crise da Dívida ou Crise de Receita?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.12957/cdf.2026.96849

Palavras-chave:

crise fiscal; dívida pública; PEDES; RRF; PROPAG.

Resumo

Apesar das inovações contidas no último Plano de Recuperação fiscal (abortado logo após ser homologado) combinadas com o plano estratégico chamado de PEDES (em execução sem enforcement político), o governo fluminense vem renunciando a opção desenvolvimentista contida neles. Ao contrário, opta-se por adotar a retórica de que o problema financeiro é a própria dívida, logo, basta ela ser contestada sem nenhuma estratégia de recuperação econômica de fato. Para fins práticos, abandonou-se o compromisso com uma estratégia voltada para sustentabilidade fiscal de longo. No entanto, é um equívoco a renegociação das dívidas estaduais ser tratada de forma isolada, como apenas uma restrição financeira. Defende-se que o problema não é simplesmente a dívida, mas uma fragilidade político-institucional que ela explicita como um limite para gestão técnica eficaz e de caráter estratégico na geração de receitas.

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Publicado

27-06-2026

Como Citar

SOBRAL, Bruno Leonardo Barth. A Questão Fiscal Fluminense: Crise da Dívida ou Crise de Receita?. Cadernos do Desenvolvimento Fluminense, Rio de Janeiro, n. 31, 2026. DOI: 10.12957/cdf.2026.96849. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/cdf/article/view/96849. Acesso em: 30 jun. 2026.

Edição

Seção

II Seminário de Estudos sobre o Estado do Rio de Janeiro (II SEERJ)

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