Zona Oeste (AP5) periferia(s) carioca?

Notas para o debate

Autores

DOI:

https://doi.org/10.12957/cdf.2026.96361

Palavras-chave:

periferias; zona oeste; subúrbios

Resumo

Este artigo tem como objetivo contribuir com o debate teórico sobre o conceito de periferia, vista em sua pluralidade, no contexto da Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro. Para tanto, revisitamos bibliografias tais como Abreu (1997), Corrêa (1986, 1989) e Canettieri (2020). Mas também resgatamos as reflexões sobre o conceito de subúrbio presentes em Segadas Soares (1990), Bernardes (1990), Fernandes (2011) e Martins (2008, 2024) para entender a Zona Oeste como espaço concebido para as moradias populares, os antigos subúrbios proletários até seu processo de periferização refletindo sobre as rupturas e continuidades no projeto urbano carioca situando a Zona Oeste (AP5), ou seja, as regiões administrativas de Realengo, Bangu, Campo Grande, Santa Cruz e Guaratiba, com a predominância da condição periférica, e por isso, a indicamos como periferia(s) carioca. No entanto, é também onde se encontra novas centralidades com aumento residual da população com maior poder aquisitivo, por exemplo em condomínios fechados.

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Biografia do Autor

Rosilaine Souza de Araújo Silva, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil.

Professora de Geografia nas redes municipal (SME) e estadual (SEEDUC) do Rio de Janeiro. Doutoranda em Geografia pela PUC/RJ. Possui Mestrado em geografia e espacialização em organização espacial do Rio de Janeiro pela UFF.

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Publicado

27-06-2026

Como Citar

SILVA, Rosilaine Souza de Araújo. Zona Oeste (AP5) periferia(s) carioca? Notas para o debate. Cadernos do Desenvolvimento Fluminense, Rio de Janeiro, n. 31, 2026. DOI: 10.12957/cdf.2026.96361. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/cdf/article/view/96361. Acesso em: 29 jun. 2026.

Edição

Seção

II Seminário de Estudos sobre o Estado do Rio de Janeiro (II SEERJ)