Zé Matuto matutou matutou
a baixada de dramas e de músicas nacionais pela tradição do forró pé de serra
DOI:
https://doi.org/10.12957/cdf.2025.94634Palavras-chave:
baixada, forró, racismo, culturaResumo
O artigo procura mostrar uma parcela da memória da passagem cultural de João Silva e de Gordurinha pela baixada e a sua contribuição ao debate nacional sobre a migração e o tratamento racializado dado ao migrante. Algumas canções e os seus regimes de imagens ajudam a marcar certa nostalgia e o desejo de intervir no tratamento nada acolhedor dado ao recém-chegado ao grande centro urbano. A partir do debate rural-urbana, analisa-se a tensa relação de recepção e repulsa do nordestino da qual emerge um certo racismo recreativo. A despeito de regras constitucionais protetivas, o migrante recebe uma paisagem inóspita na capital. Os dois compositores elaboram uma cultura de vida e denunciam as graves violações de direitos individuais.
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