A arte que brota da margem
as produções dos artistas BXD e “da BF” - estratégias de resistência e construção de identidade
DOI:
https://doi.org/10.12957/cdf.2025.94615Palavras-chave:
Baixada Fluminense, decolonialidade, Ediélio Mendonça, produção cultural, artístas periféricosResumo
O presente artigo apresenta uma análise das produções culturais na Baixada Fluminense (BF), a partir de uma abordagem decolonial, considerando as implicações oriundas do estigma em torno do território. O objetivo consiste em evidenciar os impasses para a realização de produções artísticas periféricas na região. A hipótese é a de que a marginalização do território da Baixada Fluminense é o instrumento da colonialidade para a deslegitimação dos seus moradores como produtores de cultura. Trata-se de uma análise qualitativa, baseada na metodologia de revisão bibliográfica, a partir de um referencial teórico fundamentado na perspectiva da teoria decolonial, além de um levantamento quantitativo referente às produções artísticas, equipamentos e grupos culturais no território. Como resultados, identificamos categorias culturais que se destacam no trabalho que visa transformação social coletiva e comunitária, fomentados por um “espírito das periferias”, unindo os propósitos de uma agenda decolonial com as iniciativas culturais da BF.
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