Regenerar com a juçara
design e patrimônio vivo no Maracanã (MA)
DOI:
https://doi.org/10.12957/arcosdesign.2026.96857Palavras-chave:
design regenerativo, patrimônio biocultural, juçara, educação ambiental biocentrada, jogoResumo
Este artigo aborda como o design pode atuar na valorização do patrimônio socioambiental, articulando identidade territorial, conservação da biodiversidade e educação ambiental biocentrada. Toma como estudo a relação da comunidade do Maracanã, em São Luís (MA), com a palmeira juçara[1] ou açaí (Euterpe oleracea Mart.), elemento central de sua cultura, economia e ecologia. Sustentadas no Designantropologia e no Design Participativo, investigamos como práticas projetuais podem contribuir para regenerar saberes, relações e futuros a partir deste patrimônio vegetal. Argumentamos que a juçara opera como um “nó vital” na teia da vida local, e que o design, ao se aliar a cosmologias biocêntricas e pedagogias situadas, pode ajudar a semear futuros mais justos e biodiversos.
[1] Juçara é como é chamado o Açaí no Maranhão.
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