Um esqueleto num cavalo branco

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Raquel Belisario da Silva

Abstract

O presente artigo propõe analisar a peça A doença branca, do escritor tcheco Karel Čapek, publicada e encenada pela primeira vez no ano de 1937. Será considerada a situação política europeia naquele período, bem como o reflexo, dentro da obra, do pensamento e das opiniões do autor sobre tal situação. Como aporte teórico, o texto trará a contribuição de Susan Sontag, que se dedicou a escrever sobre a doença enquanto metáfora, inclusive na literatura. Além disso, estudos dedicados à vida e à obra de Čapek comporão um quadro mais geral sobre o qual se poderá apoiar a apreciação desse drama específico. Busca-se, com isso, partir do exame do drama selecionado, e de como o autor aborda o tema da doença, para pensar a atualidade dessa leitura no momento em que o mundo, uma vez mais, é atingido por uma pandemia.

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Artikel-Details

Zitationsvorschlag
BELISARIO DA SILVA, Raquel. Um esqueleto num cavalo branco. Abusões, Rio de Janeiro, v. 15, n. 15, 2021. DOI: 10.12957/abusoes.2021.55806. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/abusoes/article/view/55806. Acesso em: 10 märz. 2026.
Rubrik
“Ficções e epidemias – paisagens, políticas e catástrofes”
Autor/innen-Biografie

Raquel Belisario da Silva, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

Doutoranda em Teoria da Literatura pela PUCRS, pesquisa atualmente a literatura contemporânea no Leste Europeu, com ênfase no período pós-comunismo. Mestra em Teoria da Literatura  na mesma instituição (2016) e graduada em Letras - Português e Literaturas de Língua Portuguesa, pela UFRGS (2010).