MIWENE-KONGO: A INSTITUIÇÃO TEOCRÁTICO-ABSOLUTISTA DO REINO DO KONGO, NO SEU PRIMEIRO SÉCULO DE VIDA

Laurindo Lussimo Rufino

Resumo


neste artigo nos propusemos abordar a problemática relativa a instituição do Miwene-Kongo (Rei do Kongo). Com o mesmo pretendemos contribuir para uma melhor explicitação do conhecimento relacionado à génese da figura do Miwene-Kongo bem como as competências desempenhadas pelo titular daquela instituição no período entre os séculos XIII e XIV. Assim, abordamos sinteticamente a criação do reino do Kongo, bem como os momentos históricos que contribuíram para o surgimento da figura do Miwene-Kongo, fazemos alusão a Instituição Miwene-Kongo, onde destacando as competências políticas e religiosas do mesmo numa perspectiva contextualizada com os poderes executivo, legislativo, militar e religioso incorporados na figura que representava aquela histórica instituição

 


Palavras-chave


Rei, Instituição, Teocracia, Religião e Miwene-Kongo.

Texto completo:

PDF

Referências


BATSÎKAMA, P. (2010), “As origens do reino do Kôngo segundo a Tradição Otal”, in Sankofa – Revista de História de África e Estudos de Diáspora Africana. Ano III, nº5, Julho. (2010), As origens do reino do Kôngo, Luanda, Mayâmba.

BATSÎKAMA, R., & Batsîkama, P. (2011). Estruturas e Instituições do Kôngo. Revista de História Comparada, Rio de Janeiro, 5-1: 6-41, 2011., 36.

CAREGNATO, Lucas. (2011). Em Terras do Ngola e do Manikongo: Descrição dos Reinos do Kongo e Ndongo no Sécculo XV. Anais do XXVI Simpósio Nacional de História – ANPUH, p. 17.

M'BOKOLO, E. (2012). África Negra. Histórias e Civilizações até ao Século XVIII. Lisboa: Edições Colibri.

MUKUATXILAMBA, T. (2006). História de Angola I (das Origens a 1885). ISCED – LUBANGO.

OGOT, B. A. (2010). História geral da África, V: África do século XVI ao XVIII. – UNESCO – Brasília.

PANTOJA, S. A. (2000). Nzinga Mbandi: mulher, guerra e escravidão. Thesaurus – Brasília. Sankofa – Revista de História de África e Estudos de Diáspora Africana. Ano III, nº5.

SAPEDE, T. C. (2012). Muana Congo, Muana Nzambi Ampungo: Poder e Catolicismo no Reino do Congo pós-restauração 1769- 1795. Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas.

SILVA, A. da C. e. (2002) A manilha e o libambo: a África e a escravidão, de 1500 a 1700. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.

VANSINA, J. (1966), Introduction a l'ethnografhie du Kongo. Kinshasa, 1966, p. Anais do XXVI Simpósio Nacional de História – ANPUH. São Paulo, julho 2015.




DOI: https://doi.org/10.12957/transversos.2019.42052

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2019 Autor concedendo à Revista Transversos o direito de primeira publicação.

ISSN:2179-7528