A vala clandestina – relato de um familiar de desaparecido

Romildo Maranhão do Valle

Resumo


 

DOI: 10.12957/transversos.2018.33705


Em 1991 o Grupo Tortura Nunca Mais do Rio de Janeiro (GTNM-RJ) foi autorizado a pesquisar arquivos oficiais para esclarecer o destino de militantes políticos perseguidos e desaparecidos pela ditadura civil-militar de 1964. Romildo Maranhão do Valle integrou o grupo de pesquisa que atuou no Instituto Médico-Legal e no Instituto de Criminalística Carlos Éboli – ele teve seu irmão Ramires (militante político clandestino) desaparecido no Rio de Janeiro em 1973. O confronto entre as informações então disponíveis e os dados dos documentos oficiais permitiu a descoberta de uma vala clandestina no Cemitério de Ricardo de Albuquerque, onde se encontram sepultados como indigentes os restos mortais de quinze militantes assassinados e ocultados pela ditadura – entre eles Ramires. No local foi construído um memorial como forma de preservação e registro histórico.

Palavras-chave: Cemitério de Ricardo de Albuquerque, fossa clandestina, desaparecidos políticos; ditadura civil-militar.


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DOI: https://doi.org/10.12957/transversos.2018.33705

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