Um passo à frente, dois atrás (ou)As Forças Armadas e o método da seleção natural forçada

João Costa Filho

Resumo


DOI: 10.12957/transversos.2018.33666

Este artigo retrata o depoimento de Cármen Lúcia Lapoente da Silveira sobre sua luta por Justiça e reconhecimento do Estado e do Exército pela morte, por tortura, de seu filho Márcio Lapoente da Silveira, ocorrida em 9 de outubro de 1990, em treinamento na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), aos 18 anos de idade. Situa o contexto em que o fato se dá e se repete em inúmeros outros casos, até hoje, muitos sequer chegando ao conhecimento público. Considera o empenho das forças armadas brasileiras para anular o julgamento de seus crimes dolosos contra a vida de civis por Tribunais de Júri, como previsto na legislação Constitucional, finalmente alterada, de afogadilho, em outubro de 2017, fazendo retroceder para o Tribunal Militar, como na época de ditadura civil-militar de 1964.

Palavras chave: Forças Armadas; treinamentos militares; tortura; mortes.


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DOI: https://doi.org/10.12957/transversos.2018.33666

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