REMANDO POR UM RIO DE MEMÓRIAS E VIVÊNCIAS

Aurea Alves Cardoso

Resumo


DOI: 10.12957/transversos.2018.32514

Os moradores do Araguaia são muito mais que testemunhas da Guerrilha do Araguaia. São sobreviventes, assim como os militantes do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) que foram para a região organizar o movimento popular que visou por fim a Ditadura Civil-Militar. Trabalhando com a ideia de rizoma, afirmamos nesse texto a Vida de um povo que foi atingido pela repressão do Estado ao longo da Ditadura. Ou seja, afirmamos a resistência de uma gente que também foi presa, torturada, morta, desaparecida, expulsa de sua terra, teve a sua plantação (único meio de subsistência) e paiol de alimentos destruídos e sobreviveu. Muitos adoeceram, muitos “ficaram loucos” e mesmo assim suas feridas foram negadas. SobreVIVEMOS, a gente sabe dessas coisas! Contudo, queremos muito mais que nos ater em juntar o que restou. Sabemos e queremos VIVER com inventividade e beleza!


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DOI: https://doi.org/10.12957/transversos.2018.32514

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