CORPOS ENCARCERADOS EM CENA

Marilene Rosa Nogueira da Silva

Resumo


DOI: 10.12957/transversos.2015.19794

O ensaio expõe os riscos da travessia entre a linguagem visual e textual em suas diferentes matrizes discursivas.Ilumina quer seja no manifesto de uma ação coletiva do Grupo de Informação sobre a prisão -GIP, no diário/depoimento de um sobrevivente do Carandiru ou nos filtros ativados pelo chamado cinema verdade, o caráter ficcional, não do filme com sua impressão de realidade porém, dos jogos de visibilidades e enunciabilidades que engendram a política do olhar  que informa , conforma  e, ainda justifica a prisão  na atualidade.


Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.12957/transversos.2015.19794

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais

REVISTA TRANSVERSOS - ISSN:2179-7528

Laboratório de Estudos das Diferenças e Desigualdades Sociais - UERJ

Campus Francisco Negrão de Lima - Pavilhão João Lyra Filho Rua São Francisco Xavier, 524 - 9° andar - Bloco D, sala 6.

http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/transversos