CHAPA BRANCA: FARDA E FANTASIA NOS DESFILES DA BEIJA-FLOR (1973-1975)

Carlos Carvalho da Silva

Resumo


Neste artigo, propomos estabelecer um estudo sistemático dos enredos chapa branca no GRES Beija-Flor de 1973 a 1975. Nos periódicos da época e por meio da política cultural, identificamos a interpretação dos enredos que enalteceram as realizações governamentais durante o chamado milagre brasileiro no regime militar. Na produção textual (enredos e samba-enredo) observamos relações com a ideologia militar. Isso caracterizou a imagem negativa relacionada à agremiação nilopolitana, com o estigma de Unidos da Arena, fardo atribuído pela imprensa escrita.


Palavras-chave


POLÍTICA CULTURAL; CULTURA MATERIAL; CARNAVAL; BEIJA-FLOR DE NILÓPOLIS; CHAPA BRANCA.

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DOI: https://doi.org/10.12957/tecap.2017.30784

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