O MUSEU DO QUAI BRANLY E SUAS EXPOSIÇÕES: “OBJETOS ETNOGRÁFICOS”, “ARTE PRIMITIVA” E PROPOSTAS CURATORIAIS

Nina Vincent

Resumo


<doi>10.12957/tecap.2014.16239

O artigo aborda algumas exposições do Museu do Quai Branly, em Paris, um museu de arte etnográfica cercado por controvérsias desde sua criação. Partindo da perspectiva de que as classificações de objetos são culturalmente construídas, a visão atual que se têm das coleções dessa instituição é relacionada a dois contextos históricos: a história da antropologia e dos museus etnográficos europeus; e a apreciação da arte primitiva por artistas de vanguardas europeias. A análise de diferentes propostas curatoriais de exposições, temporárias e permanentes, aponta para a importância da contextualização, da forma de exibir objetos. Por meio da estética expositiva, constrói-se sentido sobre os objetos e se estabelece a relação que o visitante terá com eles, com a exposição e, finalmente, com as culturas apresentadas.


Palavras-chave


MUSEU DO QUAI BRANLY; ARTE; EXPOSIÇÕES; CURADORIA

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DOI: https://doi.org/10.12957/tecap.2014.16239

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