CESTARIA, HOMEM E NATUREZA: A ARTE DO TRANÇADO DO RIO JUQUIÁ-GUAÇU

Adriana Russi

Resumo


Elaborado com base em pesquisa realizada em municípios do sudeste paulista, o presente trabalho destaca a opssibilidade de compreender a cestaria como forma de arte enquanto prática cultural de uma comunidade rural formada por bairros “caipiras”. A partir das memórias individuais da geração idosa, constuiu-se a relação entre passado e presente e, assim, a cestaria foi entendida como fonte para a reflexão acerca da cultura em que está inserida. O texto contempla, em especial, os resultados obtidos com o uso que os artistas fazem da vegetação local enquanto matéria-prima para seus cestos. Além disso, revela as mudanças sofridas ao longo do tempo, que são percebidas, por exemplo, na transformação da tradição cesteira

Palavras-chave


ARTE DO TRANÇADO; CULTURA; HOMEM DA ROÇA; MEMÓRIA; TRADIÇÃO

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