Leishmaniose visceral na região tocantina do Maranhão - relato de caso

Layla de Sousa Castro Milhomem, Juciê Leite dos Santos, Ana Christina Silva Batista, Lívia Pereira Ramos, Marciara Lopes Silva, Thiago Machado da Silva Acioly, Diego Carvalho Viana

Resumo


A Leishmaniose Visceral (LV) é considerada pela OMS como uma das doenças mais negligenciadas do mundo. Diante disso, objetivamos descrever um caso de LV e o tratamento na cidade de Porto Franco, Maranhão, Brasil. A suspeita da LV no jovem surge a partir da iniciativa do responsável em realizar uma ultrassonografia do abdômen e exames complementares que constataram esplenomegalia. Os resultados foram confirmados pelo exame reagente para Leishmania, Donovani-anticorpo IGM. O tratamento consistiu na administração diária de três ampolas de Glucantime/20 dias. Portanto, o diagnóstico prévio, acompanhamento médico e tratamento adequado são necessários para a não evolução clínica da doença.

Palavras-chave


Amazônia legal; Calazar; Flebotomíneos; Zoonoses.

Texto completo:

PDF

Referências


BRASIL, Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. Manual de Vigilância da Leishmaniose Tegumentar Americana. Série A. Normas e Manuais Técnicos. Brasília, DF 2ed. Editora Ministério da Saúde. p. 180, 2010.

BRASIL, Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. Uma análise da situação de saúde e das doenças transmissíveis relacionadas à pobreza. SAÚDE BRASIL 2013, Brasíla, DF, 10 ed. Editora Ministério da Saúde. 2014; 384.

LINHARES, G.T.O; MORAIS, Z.N.M.; ANA, C. G.; FERNANDES, A. C. G., MORAIS, V. D.; SILVA, J. F.; FAÉ, B. N.; GREGÓRIO, J. V. L.; BRAGA, V. L. L., JÚNIOR, J. G.; SILVA, C. G. L.; LIMA, M. A. P., GADELHA, M. S. V. Leishmaniose Visceral: características clínico-epidemiológicas da população de um município da região do Cariri, Ceará, Brasil. Anais. 53° Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, MedTrop, v. 25, 944738, 2017. Disponível em: . Acesso em: 27 fev. 2022.

MARTINS, G. S.; CORREIA FGM, SILVA FF, SOUSA LL, SILVA HN, JÚNIOR PMR, BITENCOURT, EL. Perfil epidemiológico da leishmaniose visceral no Tocantins de 2009 a 2018. Revista de Patologia do Tocantins. 2020 Out; 7(3). Disponível em: . Acesso em: 27 fev. 2022.

OLIVEIRA JM, FERNANDES AC, DORVAL, MEC, ALVES TP, FERNANDES TD, OSHIRO ET, OLIVEIRA ALL. Mortality due to visceral leishmaniasis: Clinical and laboratory characteristics. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, v. 43, n. 2, 2010. Disponível em: . Acesso em: 27. fev. 2022.

OMS, Organização Mundial da Saúde. Situação epidemiológica da leishmaniose. 2018.

SALOMÃO, R. Infectologia: bases clínicas e tratamento. Rio de Janeiro, 1° ed. Guanabara Koogan, 2017. ISBN: 978-85-277-3261-1.

SENA, L. A. C; VAZ, J. L. S.; COSTA, S. C. R.; LIMA, V. R. M. C.; MACÊDO, K. P. C.; NASCIMENTO, M. H.; SOARES, L. F.; MORAES, A. B.; OLIVEIRA, E. H. Avaliação epidemiológica da leishmaniose visceral no município de Imperatriz - MA entre os anos de 2012 e 2017. Revista Eletrônica Acervo Saúde, v. 49, n. 1, 2020. Disponível em: /doi.org/10.25248/reas.e763.2020>. Acesso em: 27 fev. 2022.

SILVA, P. L. M.; MARTINS, I. M. L.; SILVA, J. S.; CAMPOS, D. K. O; MEDEIROS, S. M.; CALDEIRA, A. P.; CARVALHO, S. F. G.; OLIVEIRA, R. S. Leishmaniose visceral e desnutrição: uma via de mão dupla? Revista Enfermagem Atual In Derme, v. 94, n. 32, p. 24:2034, 2020. Disponível em: . Acesso em: 27 fev. 2022.

VILLA RT, RIOS RT, TRANQUILLINI G, ZORZETTO IFH, SILVA, TA. Leishmaniasis: still a diagnostic challenge? Journal of Dermatology Cosmetology, v. 5, n. 2, 2020. Disponível em: . Acesso em: 27 fev. 2022.

ZEZZO LV, COLTRI PP, MIRANDA MJ, ZULLO JÚNIOR J. Doenças infecciosas no contexto das mudanças climáticas e da vulnerabilidade socioambiental. Revista Brasileira de Climatologia, v. 28, 2021. Disponível em: . Acesso em: 27 fev. 2022.




DOI: https://doi.org/10.12957/sustinere.2022.65859

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


   Resultado de imagem para blogger icon   

 

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.

 

ISSN 2359-0424

IBI Factor: 2.2

 

A Revista SUSTINERE está indexada/cadastrada em: