A CRÔNICA EM SALA DE AULA: TRABALHANDO COM UM GÊNERO menormENORMEnormenor...

Maria Cristina Cardoso Ribas, Milena Salles Marques Domás, Ketiley da Silva Pessanha

Resumo


Ao lermos o poema-comprimido de Oswald, podemos encontrarum “dístico conceitual”. Para além da via etimológica, sem, noentanto descartá-la, a concisão do modernista antropofágico formulauma inteligente explicação. De maneira condensada, encontramosapenas dois pequenos versos, cuja banalidade encanta pela precisão epela habilidade do poeta que se permite explicar sem enquadrar, queao mesmo tempo formula e desliza da grade conceitual. Assim Oswaldjunta, sob o título crônica, a condição híbrida desse gênero textual,considerado por tanto tempo e grande parte da crítica, como gêneromenor. E justamente o hibridismo e o teor corriqueiro formulama sua condição de fertilidade.

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DOI: https://doi.org/10.12957/soletras.2009.7026

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SOLETRAS online - ISSN 2316 8838

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