MITOCRÍTICA PORTUGUESA: NA CRISE FINISSECULAR, O REFLORESCER DE MITOS

Roberto Nunes Bittencourt

Resumo


O estudo do imaginário, para Gilbert Durand, se constitui em umaapreciação arquetípica da imaginação criadora. Em suas reflexões, destacaque o homem é dotado de uma potencial faculdade simbolizadora nomeio sócio-cultural. Pensando na possibilidade de interpretação dessessímbolos e das imagens que se configuram no inconsciente coletivo – asprojeções inconscientes dos arquétipos em interação com as solicitaçõesdo meio – o antropólogo do imaginário propôs uma classificação taxionômicadas imagens do sistema antropológico, propondo-se, por exemplo,a diferenciar arquétipo, símbolo, signo e, por fim, mito.

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DOI: https://doi.org/10.12957/soletras.2011.5924

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SOLETRAS online - ISSN 2316 8838

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