DIREITO E LITERATURA: A PRESENÇA DE MAKUNAIMA

Alexandre F. Mendes, Adriana Serrão

Resumo


Às vésperas da celebração do centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, já é possível afirmar que o momento é de reavaliação e busca de novos sentidos para o legado modernista no Brasil. O marco coincide com uma grande perplexidade em relação ao contexto político, econômico-social e ambiental do país, induzindo novas interrogações e angústias quanto ao nosso futuro próximo. O objetivo deste artigo é identificar, a partir de novas leituras que estão sendo realizadas da rapsódia de Mario de Andrade, Macunaíma: o herói sem nenhum caráter (1928/2017), uma dupla emergência: a) primeiro, a presença cada vez mais forte de vozes e narrativas indígenas na arte brasileira, incluindo releituras realizadas a partir do mito de Makunaima; b) segundo, uma dinâmica que acompanha a re(existência) da arte indígena, mas que desagua, dessa vez, em redes de atuação jurídica protagonizadas por representantes do próprios povos originários.

Palavras-chave


Direito e literatura. Modernismo brasileiro. Narrativas indígenas. Organizações jurídicas indígenas.

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DOI: https://doi.org/10.12957/rfd.2021.64582

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