EDUCAÇÃO COMO INVENÇÃO: TEMPOS DE APRENDER/ENSINAR EM ÁGUAS MARAJOARAS

Gilcilene Dias da Costa, Roseli Moraes Cardoso

Resumo


Resumo: O tempo de escola configurado no texto perpassa o fluxo das águas marajoaras por onde escorrem vivências educativas da infância de Alfredo, personagem do romance Chove nos campos de Cachoeira (1941) do escritor paraense Dalcídio Jurandir. O objetivo visa descortinar cenários de uma educação marajoara na obra dalcidiana, como mote para pensar a educação do presente, seus sabores e dissabores. O texto dialoga com Nietzsche, Deleuze e Guattari, Larrosa, Gallo numa perspectiva de educação-invenção. Em Chove nos campos de Cachoeira, a educação é um dos rios navegados por Alfredo em sua aposta por uma educação que se conecte com a vida, desejo nascido das jogadas do caroço de tucumã, fonte criadora de uma vida singular e múltipla.

Palavras-chave


Educação-invenção; Educação menor; Dalcídio Jurandir;

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DOI: https://doi.org/10.12957/teias.2016.24605

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ISSN 1518-5370 [impresso] • 1982-0305 [eletrônico]
Teias, uma publicação eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Educação – ProPEd/UERJ
Qualis/Capes - A2 (2017/2018) 
DOI: 10.12957/teias

 

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