L’interferenza nell’apprendimento dell’italiano L2: uno studio pratico e contrastivo

Ali Al-Ali

Resumo


ABSTRACT: La presente ricerca intende mettere in luce ed esaminare le criticità riscontrate tra gli studenti arabofoni dell`Università della Giordania nell`apprendimento dei tempi passati italiani relativi al modo indicativo. L`idea nasce da mia una precedente ricerca più generale, effettuata nel 2008 nella stessa Università, e incentrata su tutti i tempi dell`indicativo (presente, futuro e passato)[1]. I risultati della ricerca avevano evidenziato una maggior quantità di errori proprio negli esercizi relativi ai tempi passati suggerendo la necessità di ulteriori approfondimenti. Adottando dunque lo stesso metodo d`indagine, è stato individuato un campione di 50 studenti ai quali è stato sottoposto un questionario sociolinguistico preliminare che potesse darne una descrizione generale. Successivamente si è proceduto con un test linguistico di 50 quesiti per verificare il grado di conoscenza dei tempi passati del modo indicativo: il passato prossimo, l’imperfetto, il trapassato prossimo, il passato remoto e il trapassato remoto. Due Tabelle mostrano i risultati del test e, nello specifico, gli errori più ricorrenti commessi dagli studenti per tempo e tipologia d`esercizio. Tali risultati sono stati dunque discussi riflettendo sui diversi fattori che potrebbero averli determinati, con un focus sul transfer linguistico, e nello specifico, sull`interferenza della lingua inglese, la seconda lingua principale di studio del campione assieme all’italiano. La ricerca infatti dimostrerebbe che l’arabo non interferisce negativamente nell`apprendimento ed uso dei tempi passati, mentre l`inglese creerebbe più difficoltà per via delle stesse caratteristiche del sistema verbale inglese e italiano, messe a confronto nella parte introduttiva del presente studio.

Parole-chiave: Arabofoni. Tempi verbali del passato Lingua italiana.

 

RESUMO: A presente pesquisa pretende destacar e analisar as críticas encontradas entre os estudantes de língua árabe da Universidade da Jordânia no aprendizado de tempos passados italianos relacionados ao modo indicativo. A ideia nasceu da minha pesquisa anterior mais geral, realizada em 2008 na mesma Universidade, e focada em todos os tempos do indicativo (presente, futuro e passado). Os resultados da pesquisa mostraram uma maior quantidade de erros nos exercícios relacionados aos tempos passados, sugerindo a necessidade de mais investigações. Portanto, adotando o mesmo método de pesquisa, identificou-se uma amostra de 50 alunos que foram submetidos a um questionário sociolinguístico preliminar que poderia fornecer uma descrição geral. Em seguida, procedemos a um teste linguístico de 50 perguntas para verificar o grau de conhecimento dos tempos passados do modo indicativo: o passado próximo, o imperfeito, o passado próximo, o passado remoto e o trapassado remoto. Duas tabelas mostram os resultados do teste e, em particular, os erros mais recorrentes cometidos pelos estudantes em termos de tempo e tipo de exercício. Esses resultados foram, portanto, discutidos refletindo sobre os vários fatores que poderiam determiná-los, com foco na transferência linguística e, especificamente, na interferência da língua inglesa, a segunda principal língua de estudo da amostra em conjunto com a italiana. De fato, pesquisas mostram que o árabe não interfere negativamente na aprendizagem e uso de tempos passados, enquanto o inglês criaria mais dificuldades devido às mesmas características do sistema verbal inglês e italiano, comparado na parte introdutória do presente estudo.

Palavras-chave: Arabófonos. Tempos verbais do passado. Língua italiana.

 

ABSTRACT: The present research aims to highlight and analyze the criticisms found among the Arabic language students of the University of Jordan in the learning of past Italian times related to the indicative mode. The idea was born from my previous more general research, carried out in 2008 at the same University, and focused on all the times of the indicative (present, future and past). The results of the research showed a greater number of errors in the exercises related to the past times, suggesting the need for further investigations. Therefore, adopting the same research method, we identified a sample of 50 students who were submitted to a preliminary sociolinguistic questionnaire that could provide a general description. Then we proceed to a linguistic test of 50 questions to verify the degree of knowledge of past times in the indicative way: the near past, the imperfect, the near past, the remote past and the remote traverse. Two tables show the test results and, in particular, the most recurring errors made by students in terms of time and type of exercise. These results were therefore discussed reflecting on the various factors that could determine them, focusing on the linguistic transference and specifically on the interference of the English language, the second main language of study of the sample in conjunction with the Italian. In fact, research shows that Arabic does not interfere negatively in the learning and use of past times, whereas English would create more difficulties due to the same characteristics of the English and Italian verbal system, compared in the introductory part of the present study.

Keywords: Arabophones. Verbal times of the past. Italian language.


[1] Al-Ali A., (2008), “L’apprendimento dei tempi verbali italiani nel modo indicativo da parte degli apprendenti arabofoni in un contesto guidato come lingua straniera”, in Studi di Glottodidattica 3, pp. 1-15.


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