Políticas Editoriais

Foco e Escopo

A revista Em Pauta: teoria social e realidade contemporânea é um veículo de divulgação científica da Faculdade de Serviço Social da UERJ, e, desde o seu 19º número, apresenta um novo projeto editorial e gráfico, condizente com normas acadêmicas e editoriais internacionais requeridas para indexação de periódicos científicos. A Revista tem 43 números publicados e consta do programa QUALIS da CAPES com avaliação A2 na área de Serviço Social, em nível nacional. Os temas de publicação da revista gravitam em torno das áreas de concentração do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social (Mestrado e Doutorado): Políticas Sociais e Trabalho.

A Revista é espaço de debate e difusão da produção acadêmica resultante de pesquisas científicas, ensaios, resenhas, traduções e expressões culturais concernentes à teoria social e realidade contemporânea. Simultaneamente é espaço de intercâmbio de ideias produzidas em diversos contextos e continentes, condizente com a precípua natureza da instituição universitária.

Nessa perspectiva, a Revista Em Pauta afirma-se como um veículo editorial profundamente sintonizado com os processos sociais que adensam a realidade nacional, latino-americana e internacional, e atento aos seus desdobramentos conjunturais. Esforça-se para contribuir com o fomento e difusão do acervo de interpretações teórico-críticas sobre o cenário atual na ótica dos sujeitos coletivos que representam os interesses do trabalho, ao tempo em que deseja impulsionar o debate e a polêmica com outras vertentes do pensamento social.

Ao integrar de forma indissociável teoria e história, a Revista inscreve-se no terreno de resistência teórica e prático-política à hegemonia do grande capital, com prevalência no cenário mundial e particulares expressões no país e no continente latino-americano.

Em um longo ciclo de tonalidade depressiva da economia mundial, cujo ônus recai predominantemente sobre os países periféricos - e no seu interior sobre o conjunto das classes trabalhadoras -, verifica-se um amplo redimensionamento das funções do Estado a serviço dos interesses dos grandes grupos industriais e das finanças. Aquela hegemonia vem resultando na radicalização e criminalização da questão social, com seu séquito de desigualdades, violências e clamores de resistências. Presencia-se o desmonte das políticas públicas universais, a restrição do emprego e correspondente ampliação do desemprego. Acoplam-se ainda a este quadro a avassaladora destruição do meio ambiente, a violação dos direitos humanos e a destituição dos direitos do trabalho conquistados ao longo da história, mediante lutas coletivas de homens e mulheres na defesa de seus meios de vida, de trabalho e de expressão política e cultural. Estes são alguns dos dilemas, inéditos ou que se metamorfoseiam sob novas formas históricas, da maior envergadura, e que desafiam a razão crítica.

Esse é o terreno sócio-histórico em que se situa o Serviço Social na atualidade, o que o instiga a travar uma ampla interlocução com as produções realizadas no seu âmbito acadêmico. Mas, também, em uma perspectiva inter ou multidisciplinar, com aquelas oriundas de áreas afins, que tenham como marco o pensamento social clássico e contemporâneo para a leitura crítica dos processos macrosocietários e suas feições particulares ligadas aos sujeitos que lhes dão vida.

A Revista da FSS/UERJ, portanto, se constitui em espaço de troca de idéias e críticas produzidas em diversos contextos e continentes, além de ser canal de debate e interlocução sobre os fundamentos, experiências e demandas da profissão. O foco de atenção da Revista está voltado, portanto, para a compreensão de determinações e contradições socioculturais que envolvem a esfera da política e o mundo do trabalho, com destaque para as lutas sociais no Brasil e nos países hispano-americanos, em seus embates por políticas públicas, liberdade e democracia. São lutas e processos que, seguramente, circunscrevem a profissão na América Latina e exigem respostas teóricas, políticas, éticas e novas formas interventivas.

 

 

 

Políticas de Seção

Artigos - Dossiê Temático | Articles - Thematic Dossier

Editores
  • Patricia Trajano
  • Patricia Trajano
Verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares

Artigos - Tema Livre | Articles - Free Theme

Editores
  • Patricia Trajano
  • Patricia Trajano
Verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares

Mostra Fotográfica | Photography Exhibition

Não verificado Submissões abertas Verificado Indexado Não verificado Avaliado pelos pares

Entrevista | Interview

Editores
  • Patricia Trajano
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Não verificado Submissões abertas Verificado Indexado Não verificado Avaliado pelos pares

Homenagem de Vida | Homage

Editores
  • Patricia Trajano
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Não verificado Submissões abertas Verificado Indexado Não verificado Avaliado pelos pares

Resenhas | Reviews

Editores
  • Patricia Trajano
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Verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares
 

Processo de Avaliação pelos Pares

A revista Em Pauta: teoria social e realidade contemporânea é arbitrada por pares. Todas as colaborações não encomendadas são encaminhadas à Equipe Editorial – que as submeterá ao processo de avaliação, no sistema duplo cego, a partir do parecer de dois membros do Conselho Editorial Científico, podendo ser realizado convite também a pareceristas ad hoc, a quem cabe recomendar a publicação, mantendo sigilo sobre o parecer emitido. Quando da não coincidência das avaliações, o artigo será enviado para um terceiro parecerista. A Equipe Editorial da Revista, de posse dos pareceres do Conselho Editorial Científico, reserva-se o direito de sugerir aos autores modificações, a fim de adequar os artigos e similares aos padrões da Revista Em Pauta.

Os originais enviados à Revista Em Pauta serão considerados definitivos; os não aprovados, a Equipe Editorial compromete-se a inutilizar o material, e se compromete, ainda, a enviar sempre uma resposta, positiva ou negativa, por e-mail e/ou diretamente ao(s) autor(es). Em caso de aprovação, poderão ser sugeridas modificações, sendo as sugestões encaminhadas ao(s) ao(s) autor(es) para revisão – quando couber para o mesmo número da revista, ou, quando não, para submissão; em próximo número, desde que atendidas as sugestões propostas. Em caso de recusa, não serão comunicadas as razões. Será assegurado o anonimato para os autores no processo de avaliação e aos pareceristas sobre sua avaliação, em qualquer circunstância.

 

Periodicidade

Semestral

 

Política de Acesso Livre

Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento.

A Revista Em Pauta: Teoria Social e Realidade Contemporânea não aplica taxas de submissão, publicação ou de qualquer outra natureza em seus processos, sendo um veículo científico voltado à comunidade científica brasileira.

 

Arquivamento

Esta revista utiliza o sistema LOCKSS para criar um sistema de arquivo distribuído entre as bibliotecas participantes e permite às mesmas criar arquivos permanentes da revista para a preservação e restauração. Saiba mais...

 

Editais de chamada

EDIÇÃO NÚMERO 49 — 1º semestre de 2022 – Volume 20

DOSSIÊ TEMÁTICO: Política de Saúde Mental, Luta Antimanicomial e o Modelo de Atenção Psicossocial no Brasil: retrocessos, resistências e desafios contemporâneos

 

Organizadores: Ana Paula Procópio da Silva (UERJ) e Marco José de Oliveira Duarte (UFJF e UERJ)

 

 

EMENTA

 

O dossiê temático Política de Saúde Mental, Luta Antimanicomial e o Modelo de Atenção Psicossocial no Brasil: retrocessos, resistências e desafios contemporâneos tem por objetivo estimular a produção de artigos científicos e promover a divulgação da sistematização de experiências profissionais e de ativistas, pesquisas e estudos relevantes no sentido da afirmação dos princípios da reforma psiquiátrica e da luta antimanicomial em tempos de defesa da democracia, da vida e do cuidado em liberdade. Nesses mais de quarenta anos da luta antimanicomial e mais de trinta da Carta de Bauru, em 2021, a Lei nº. 10.216, conhecida como a Lei da Reforma Psiquiátrica brasileira fez 20 anos. Essa que estabeleceu a nova política nacional de saúde mental, tornando possível a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), redirecionou, em todo território nacional, o modelo assistencial até então hegemônico, de hospitalocêntrico-manicomial para a rede de atenção psicossocial, de base comunitária, territorial, de portas abertas, de atenção diária e com ações intersetoriais e de apoio matricial onde a vida acontece. Essa rede, formalizada em 2002, a partir da Portaria GM/MS nº. 336, foi redimensionada pela Portaria GM/MS nº. 3088 em 2011. De lá para cá, foram vários acontecimentos históricos que atravessaram a trajetória dessa política pública que culminaram na contrarreforma psiquiátrica de hoje: a entrada oficial e o financiamento das comunidades terapêuticas, o fora Valencius, a Portaria GM/MS nº. 3855/2017, a Nota Técnica nº. 11/2019 e sua “nova” política de saúde mental, a “nova” política de drogas, até a reação ao chamado “revogaço” das legislações que desde 1990 normatizam as políticas, os programas e serviços no campo da saúde mental e drogas, no final de 2020, em meio ao agravamento da crise sanitária ocasionada pela pandemia de COVID-19 e numa crescente agudização da crise política, econômica e social no país. Os retrocessos apontam a centralidade biomédica e psiquiátrica sobre os demais saberes e fazeres com fortalecimento da lógica manicomial, hospitalocêntrica e de medicalização da vida. Por outro lado, aponta para a inversão do modelo de atenção psicossocial, em particular,  no campo álcool e outras drogas, definindo a abstinência como medida terapêutica prioritária pela descontinuidade da política de redução de danos e o reforço da dimensão moral no cuidado com pessoas que fazem uso prejudicial de substâncias psicoativas, além de impulsionar a ambulatorização do cuidado em saúde mental tanto pelo desfinanciamento dos CAPS como pela ampliação do já robusto repasse de verbas para instituições privadas, como hospitais psiquiátricos, ambulatórios especializados e as comunidades terapêuticas. Uma verdadeira contrarreforma baseada tanto no discurso de valorização da abstinência, como na lógica manicomial, que aprofunda o estigma da loucura e da segregação em detrimento da lógica da autonomia, do cuidado em liberdade e no território e da participação dos sujeitos, conforme preconiza o modelo de atenção psicossocial legatário da Reforma Psiquiátrica e da Luta Antimanicomial no Brasil, e cuja consolidação está estreitamente vinculada, na perspectiva da integralidade, às ações intersetoriais e de redes. Uma premissa desafiada pelo cenário de redução de investimentos públicos em todas as políticas sociais, agravada pelo regime fiscal de austeridade imposto pela Emenda Constitucional 95 — do teto dos gastos. E nesse momento crítico da pandemia no Brasil, com quase 400 mil mortes, com uma média de quase dois mil óbitos diários, com baixa cobertura de vacinação pelo SUS, além do negacionismo, o acesso à política de saúde mental, álcool e outras drogas é uma necessidade vital para milhares de pessoas. A conjuntura de ataque sem precedentes ao SUS, soma-se à um processo mais amplo em curso, de aceleração da devastação dos serviços da atenção psicossocial, de naturalização da desassistência às pessoas em situação de sofrimento psíquico, particularmente, àquelas pobres e negras. Identifica-se nas estratégias ultraneoliberais que materializam essa política de morte, o seu caráter racista, misógino, LGBTIfóbico, pelo seu potencial de ampliar as desigualdades e violências contra as pessoas destes segmentos. Nessa direção, o presente dossiê privilegiará trabalhos científicos que darão centralidade ao caráter de mobilização e participação de trabalhadoras/es, usuárias/os e familiares na construção de uma atenção psicossocial democrática com a contribuição de diferentes áreas do conhecimento e na defesa da saúde mental como defesa do SUS e das políticas sociais públicas que o compõem.

Saúde não se vende! Loucura não se prende! Quem está doente é o sistema social!

AbraSUS

Prof.ª Dr.ª Ana Paula Procópio da Silva – UERJ

Prof. Dr. Marco José de Oliveira Duarte – UFJF e UERJ


PRAZO PARA SUBMISSÃO DE ARTIGOS: 05 de abril de 2021 a 25 de junho de 2021.

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INFORMAMOS QUE A EDIÇÃO DE Nº48, REFERENTE AO SEGUNDO SEMESTRE DE 2021, NÃO TERÁ EDITAL DE CHAMADA ABERTO AO PÚBLICO, POIS REALIZAREMOS UMA EDIÇÃO ESPECIAL QUE TRARÁ UM DEBATE SOBRE CRISE, PANDEMIA, TRABALHO E POLÍTICA PÚBLICA. ESSA EDIÇÃO ESTÁ PREVISTA PARA SER PUBLICADA EM JULHO DE 2021.

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EDIÇÃO NÚMERO 47 — 1º. semestre de 2021 – Volume 19

DOSSIÊ TEMÁTICO: Movimento de Mulheres, feminismos e estudos de gênero

 

Organizadoras: Carla Almeida (UERJ), Rita Freitas (UFF) e Ana Lole (PUC-Rio)

 

 

EMENTA

 

A Chamada do Dossiê Movimento de Mulheres, feminismos e estudos de gênero pretende reunir trabalhos que deem visibilidade a histórias que não são contadas e estimulem revisitar narrativas consagradas em torno da participação social de mulheres e dinâmicas de gênero em diferentes campos de estudo. A história das mulheres surgiu exatamente para pôr em evidência esses sujeitos e uma perspectiva outra da história onde os chamados pequenos eventos, o cotidiano e outros agentes sociais ganham importante dimensão de análise. E, neste sentido, é fundamental destacar as mulheres, principalmente as mulheres negras, indígenas, trabalhadoras rurais e pobres como o “outro” numa história oficial que não as contempla. Pollak (1989) aponta que “ao privilegiar a análise dos excluídos, dos marginalizados e das minorias, a história oral ressaltou a importância de memórias subterrâneas que, como parte integrante das culturas minoritárias e dominadas, se opõem à ‘Memória oficial’”. Nesse sentido, vemos como fundamental partir de uma epistemologia feminista. Ou seja, trabalhamos na perspectiva de resgatar as mulheres como sujeitos históricos, em sua dimensão interseccional, negando a neutralidade da ciência.

As histórias sobre os feminismos no Brasil são marcadas por registros de influências do cenário europeu, sendo periodizadas em termos de “ondas” que caracterizavam momentos específicos das lutas feministas em todo o mundo. Essa narrativa vem sendo posta em questão, estimulando-se leituras que foquem e partam das experiências regionais. Por outro lado, para os feminismos contemporâneos, o tema da mundialização será fundamental para articular não só teorias feministas no mundo como também estratégias de lutas sociais e de seu rejuvenescimento. Nesse número serão bem-vindos estudos que contribuam para a aproximação à diversidade de experiências de associativismos, movimentos e organizações de mulheres/feministas no Brasil e outras regiões do mundo, sobretudo, América Latina. Estudos que recuperem as histórias silenciadas de muitas mulheres.

 

Rio de Janeiro, 22 de outubro de 2019.

   

Editoras convidadas:

Rita Freitas (UFF)

Ana Lole (PUC-Rio)


Equipe Editorial

 

PRAZO PARA SUBMISSÃO DE ARTIGOS: 22 de outubro de 2019 a 09 de março de 2020. PRAZO PRORROGADO PARA 23 DE MARÇO.

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INFORMAMOS QUE DEVIDO À GRANDE QUANTIDADE DE MATERIAL RECEBIDO DURANTE A CAPTAÇÃO DE ARTIGOS DA EDIÇÃO Nº45, QUE TROUXE O DOSSIÊ QUESTÃO ÉTNICO-RACIAL E ANTIRRACISMO, A EQUIPE EDITORIAL, EM CONJUNTO COM AS EDITORAS CONVIDADAS, DELIBEROU POR DESDOBRAR A TEMÁTICA NOS DOIS NÚMEROS DE 2020 (Nº45 E Nº46).

OS ARTIGOS CONSIDERADOS PARA ESSE VOLUME SERÃO AQUELES RECEBIDOS DURANTE O PERÍODO DE SUBMISSÃO DA EDIÇÃO Nº45.

POR ESTE MOTIVO, NÃO HAVERÁ EDITAL DE CHAMADA PARA A EDIÇÃO Nº46, REFERENTE AO 2º SEMESTRE DE 2020.

 

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EDIÇÃO NÚMERO 45 — 1º. semestre de 2020 – Volume 18

DOSSIÊ TEMÁTICO: Questão Étnico-Racial e antirracismo

 

 

EMENTA

 

A edição do dossiê temático Questão étnico-racial e Antirracismo tem por objetivo estimular a produção de artigos científicos e promover a divulgação de pesquisas e estudos relevantes para a vida pública brasileira, relativos ao campo das relações étnico-raciais, do racismo e das desigualdades sociais mantidas pelas hierarquias raça/etnia, de gênero e classe. Essas hierarquias estruturam asrelações sociais no capitalismo e são a forma social hegemônica no ocidente, particularmente na Américas. No Brasil, mais da metade da população autodeclarada preta, parda e indígena apresenta os piores indicadores sociais comparados aos da população autodeclarada branca.  Condição que requer a contextualização do racismo como questão racial estruturante das/nas relações sociais, sendo premente a difusão de conhecimentos que desvendem criticamente suas origens históricas. O incremento de publicações do Serviço Social sobre antirracismo é um desafio para a formação graduada e pós-graduada em Serviço Social e vai ao encontro da agenda das entidades da categoria quanto ao exercício e a formação profissional. Em tempos de ataque aos direitos, de recrudescimento do conservadorismo e da contrarreforma do Estado no Brasil em defesa dos interesses do capital, o racismo estrutural e discriminações correlatas ganham novas feições atuando para manutenção da “ordem”, na manutenção de privilégios e naturalização das relações de dominação/opressão da classe trabalhadora, em particular dos segmentos da população negra- indígena. Nesse viés, o presente dossiê privilegiará pesquisas e estudos que darão centralidade ao caráter estrutural e institucional do racismo na formação social brasileira em uma perspectiva crítica e suas intersecções com outros marcadores de diferença na produção de desigualdades históricas, às lutas sociais e à contribuição dos/as assistentes sociais e de outras áreas do conhecimento no seu enfrentamento através de políticas públicas.

 

Editoras convidadas:

Magali da Silva Almeida (UFBA)

Ana Paula Procópio da Silva (UERJ)

 

Equipe Editorial

 

PRAZO PARA SUBMISSÃO DE ARTIGOS: 01 de abril de 2019 a 21 de julho de 2019.

 

 

Indexação

DOAJ - Directory of Open Access Journals

LATINDEX - Sistema Regional de Informação em Linha para Revistas Científicas da América Latina, Caribe, Espanha e Portugal – <http://www.latindex.unam.mx>

Portal de Periódicos da CAPES

Sumários de Revistas Brasileiras (Sumário.org) – <http://www.sumarios.org>

 

 

Formulários para submissão

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