Investigando laços afetivos com a escola a partir de mapas ambientais

Maíra Longhinotti Felippe, Luana dos Santos Raymundo, Ariane Kuhnen

Resumo


Este estudo investigou lugares na escola em que se gosta mais e menos de estar e as características físicas e psicossociais que os fazem mais ou menos preferidos segundo os participantes da pesquisa, 508 estudantes de uma escola pública de Santa Catarina. A investigação ocorreu por meio de um questionário contendo perguntas abertas e um mapa ilustrativo da escola. Entre os lugares mais preferidos para se estar destacaram-se os pátios, o ginásio poliesportivo e a cantina, sendo a possibilidade de execução de atividades agradáveis a justificativa mais recorrente para se gostar de um determinado ambiente. Já o refeitório, a sala de aula e a biblioteca foram os mais citados como menos preferidos, especialmente em razão de atributos físicos e sensações ambientais desagradáveis ali experienciados. A partir de uma maior compreensão das expectativas ambientais de adolescentes na escola, esperamos poder oferecer critérios para a concepção e a requalificação de ambientes escolares.

Palavras-chave


Ambiente escolar; Adolescência; Preferência ambiental; Psicologia ambiental

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DOI: https://doi.org/10.12957/epp.2013.8604

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