RESENHA

 

Resenha do livro A existência para além do sujeito

 

Book review A existência para além do sujeito

 

 

Roberto S. Kahlmeyer-Mertens*

Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil

Endereço para correspondência

 

 

FEIJOO, A. M. L. C. A existência para além do sujeito – A crise da subjetividade moderna e suas repercussões para a possibilidade de uma clínica psicológica com fundamentos fenomenológico-existenciais. Rio de Janeiro: Edições IFEN; Via Verita, 2011. 207p.

 

No Brasil, embora traduções dos representantes da psicologia fenomenológico-existencial já fossem encontradas desde os anos 1970,1 os primeiros impulsos para o estudo da daseinanálise só seriam identificados no final da década de 1980 e, diga-se a bem da verdade, estes esforços apenas recrudesceriam no decênio seguinte, precisamente quando pesquisadores acadêmicos se engajaram nos estudos sistemáticos desse filão, tanto em âmbito teórico, quanto clínico. Entre os nomes responsáveis pela difusão dessas ideias e práticas, se destaca o de Ana Maria Lopez Calvo de Feijoo. Na cena atual, quando os estudos brasileiros de daseinanálise começam a dar mostras de sua maturidade, o mais novo livro de Ana Maria Feijoo testemunha o estado da arte que uma psicologia clínica com perspectiva fenomenológico-existencial vem galgando.

 Sob o título de A existência para além do sujeito, a obra comunica os saldos de uma pesquisa que tomou para si as tarefas de tematizar: a) o estatuto da subjetividade moderna enquanto pressuposto fundamental na elaboração de parte significativa das clínicas psicológicas em vigor; b) os termos da crítica que uma abordagem fenomenológica volveria a este modelo de subjetividade que (tal como tradicionalmente pensada) embotaria aspectos fenomenais do psiquismo e, finalmente, c) o procedimento clínico que reelabora a relação entre o analista e o analisando, a partir de uma fenomenologia existencial.

Em seu horizonte mais próprio, o livro não só estabelece habilmente o diálogo com filósofos ligados à fenomenologia, ocupantes de postos decisivos no pensamento contemporâneo (Husserl e Heidegger), quanto também assume por interlocutores psicoterapeutas que se lançaram ao projeto de apropriar atitude e método fenomenológicos em prol da clínica psicológica (Binswanger, Boss). Enquanto estes fornecem esteios que estruturam o livro, a articulação com outros pensadores (Kierkegaard, Nietzsche, Dilthey, Jaspers e Sartre), que confrontaram a questão abstrata dos universais pensando problemas autenticamente filosóficos no âmbito da existência, contribui para a consistência expositiva e para a fundamentação da práxis em questão no trabalho.

As qualidades da obra já são ressaltadas por Roberto Novaes de Sá na distinta apresentação que dedica ao livro. Neste aparato crítico, vemos o professor atestar que uma clínica fenomenológica não deve pretender se realizar por meio do exclusivo acúmulo de conteúdos positivos que dirigiriam novas práticas psicológicas partindo da desconsideração das possibilidades que a existência conjuga. É apoiado nessa evidência que o autor avalia: "este oportuno livro de Ana Maria Feijoo não oferece a tutela de uma nova teoria psicológica, convida-nos para a experiência própria daquelas possibilidades" (SÁ, 2011, p. 9). A observância a esta premissa é responsável pela estruturação de A existência para além do sujeito, como veremos a partir daqui.

A introdução, mais do que esclarecer os propósitos e a estruturação da obra, que a autora assume e das quais parte para sua investigação. Quanto ao seu posicionamento prévio, a autora sabe, que com a crise da subjetividade moderna, não resta mais espaço para uma psicologia, uma psicoterapia e uma psicopatologia que ainda partam da concepção de um sujeito nuclear, tal como propugnado por Descartes, tampouco um aderente, como vislumbrado por Kant. Nesses dois casos, a figura de uma subjetividade pensada segundo determinações metafísicas não apenas incorre na hipostasia de um sujeito apartado do mundo e de suas vivências, quanto cria a fissura que resulta em uma série de dualismos insolúveis: sujeito-objeto, interior-exterior, homem-mundo... A clareza quanto a este ponto – e quanto à necessidade de uma psicologia clínica que se faça para além da ideia de um sujeito instituído – é o que se expressa na seguinte passagem do texto de Feijoo (2011):

Pensar na elaboração de uma clínica psicológica a partir da ausência de determinações psíquicas e da total e radical inseparabilidade entre homem e mundo significa não mais dicotomizar interioridade e exterioridade, universal e singular, mente e corpo, assim como compreender que o acontecimento da existência não se dá senão num espaço de imanência que lhe é cooriginário. (p. 11)

O trecho citado deixa nítido o quanto é decisivo e fundamental escapar da pressuposição de um psiquismo que promove dicotomias. Desse modo, a citação denota, ainda, o quanto é urgente o que a autora chamará de "psicologia sem psiquismo". (FEIJOO, 2012, p. 60)

Falar de uma psicologia que não se ocupe de determinações subjetivas, não significa, entretanto, abdicar do psiquismo enquanto questão temática para se debruçar sobre a materialidade de um organismo que reage a estímulos.2 A tentativa de estabelecer uma psicologia sem psiquê, nos termos em que a autora trata, mais teria de superação das concepções de sujeito firmadas na tradição, do que de desconsideração das mesmas. Para que isso aconteça, Feijoo determina o plano de pesquisa a ser levado a efeito:

Para podermos pensar de maneira consistente em uma clínica psicológica, que prescinda da suposição a nosso ver dogmática da estrutura e do funcionamento do psíquico, teremos, antes de tudo, que pensar como a noção do psiquismo enquanto subjetividade se desenrolou. (...) Por esse motivo é que tentaremos mostrar a princípio em que medida o sujeito tal como foi pensado nas filosofias da subjetividade acabou por definir e determinar o modo como a psicologia e as clínicas daí derivadas se estabeleceram. Assim, para esclarecer a relação entre a psicologia e as filosofias da subjetividade, iniciaremos o nosso percurso no livro por uma reconstrução dotada de caráter introdutório que descreve sucintamente essa relação. Em seguida, no desenrolar desta proposta, trataremos de re-enraizar a subjetividade em uma estrutura mais originária e mais ampla, avaliando os efeitos desse re-enraizamento para as possibilidades em jogo na psicologia clínica. (FEIJOO, 2011, p. 12-13)

O trecho acima (que fizemos questão de anotar) não é só indicativo do itinerário seguido pelo trabalho, ele anuncia que a pesquisa, além de se ocupar de matéria fenomenológica, também se elabora com procedimentos coerentes a uma fenomenologia-hermenêutica. Pensada nesta chave, para compreendermos a existência para além do sujeito, como anuncia o título da obra, dependeríamos da reconstrução da gênese e do desenvolvimento do psiquismo como subjetividade; da apresentação de como este conceito é revisado por fenomenólogos e daseinanalistas, e da descrição fenomenológica de como o psiquismo pode ser abordado pela daseinanálise uma vez re-enraizado no âmbito da existência do ser-aí (Dasein). Esses passos traduzem a atitude fenomenológica que acompanha a tematização presente nos três capítulos do livro.

Nomeado "Da consciência intencional em Husserl à desconstrução da subjetividade moderna em Heidegger", o primeiro capítulo constitui uma elegante introdução à fenomenologia com ênfase no tema da subjetividade. Trata-se de um tópico certamente útil para se conhecer elementos da filosofia dos dois referidos pensadores, justamente por trazer uma apresentação sobre a fenomenologia husserliana, as posições críticas que este toma em relação à psicologia de sua época e os conceitos fundamentais da fenomenologia (como é o caso da consciência intencional, ego, etc.). Também uma apresentação sumária do projeto desconstrucionista de Heidegger é ali encontrado. Com isso, a autora nos permite entender, de maneira refinada e igualmente didática, a experiência em jogo no ser-aí humano, no seu caráter de poder-ser e em sua finitude.

O ponto alto deste capítulo inicial é atingido com a apresentação das chamadas tonalidades afetivas fundamentais (ainda no que concerne a Heidegger). Estas tonalidades afetivas, em geral, são modos com os quais o ser-aí já sempre se encontra no mundo, modos de ser que afinam seu existir aos projetos mundanos de sentidos e significados. As mesmas são ditas fundamentais quando descerram o horizonte do mundo, de modo evidenciar o caráter de possibilidade do ser-aí, fenômeno que, na maior parte das vezes, acarreta um quadro crítico na existência mediana do ser-aí, ou, dizendo com Feijoo, "as tonalidades afetivas fundamentais caracterizam-se, portanto, por conta da crise radical a que elas dão voz" (FEIJOO, 2012, p. 44).

Entre as tonalidades afetivas mencionadas pela autora: o êxtase, o horror, a retenção, o pudor, a admiração, a angústia, o tédio e o temor, apenas as três últimas são pontualmente abordadas no livro. Assim, a angústia é indicada como existencial que nos libera para o nosso poder-ser mais próprio; o tédio é apontado como afecção que, nos confrontando radicalmente com nossa negatividade existencial, revela o caráter intolerável do cotidiano e o ritmo deste que nos condiciona; por fim, o temor é tido como a tonalidade mais próxima à angústia, mas, ao contrário desta, ele possuiria um objeto determinado, deste modo, teme-se sempre a algo. Temor, nesta semântica existencial, seria o "páthos que nos fala sobre a possibilidade de que se perca a compostura, o prumo, possibilidade essa que pressupõe uma medida, um métron para as ações cotidianas." (FEIJOO, 2012, p. 53)

A nosso ver, a tematização das referidas tonalidades afetivas fundamentais cumpre uma tarefa de esclarecimento ao passo em que mostram que tais disposições – especialmente a angústia –, no âmbito da fenomenologia-existencial de Heidegger, não podem ser tratadas pelas designações genéricas de "depressão" ou "alta ansiedade". Se interpretadas deste modo, estaríamos diante de meros transtornos de ânimo ou de humores deteriorados, fenômenos que, ao contrário dos que vimos, são existenciários e, portanto, ônticos.

Terminando o primeiro capítulo (que não deixa de possuir um papel propedêutico na economia da obra), o segundo "A clínica psicológica e suas determinações existenciais", inicia com a introdução dos três grandes pilares da daseinanálise, seriam eles: a fenomenologia com acento ontológico, tal como formulada por Heidegger; a analítica existencial, no tocante a noções de ser-aí, poder-ser, liberdade e finitude; a visada hermenêutico-fenomenológica sobre a facticidade, que além de abordar o modo de encontrar-se-em de um ser-no-mundo afinado pelas já aludidas tonalidades afetivas, também fornece o modus operandi para a daseinanálise.

Apontando Ludwig Binswanger e Medard Boss como legítimos representantes desta modalidade clínica, a autora prossegue oferecendo a noção diferenciada de "análise" que estes daseinanalistas possuíam. Coincidindo com a definição dada por Heidegger nos Seminários de Zollikon, Binswanger e Boss também interpretam o analisar como um "resolver", um "solucionar". Deste modo, o procedimento analítico em jogo na daseinanálise teria mais a ver com o "tecer e destecer da trama da existência que articulamos a partir do horizonte fático sedimentado em que nos encontramos" (FEIJOO, 2012, p. 59), do que com o esforço de, se servindo de pressupostos teórico-metodológicos, mapear a psiquê em busca de padrões patológicos identificáveis que, uma vez qualificados e rotulados, garantiriam precisão e eficácia a uma determinada psicoterapia.

Ao lermos o tópico relativo à Binswanger, passamos a conhecer as objeções que o terapeuta faz a modalidades clínicas que ainda incorreriam em determinismos e instrumentalismos típicos das ciências naturais. Por outro lado, conhecemos a proposta do autor de uma clínica psicológica não teorizante que, abdicando de pressupostos e marcos teóricos, se volta ao fenômeno tal como ele se manifesta na singularidade de cada paciente.

Repleto de relatos de casos clínicos, o presente tópico nos permite entender como a temática heideggeriana da constituição da existência em seu transcender é apropriada por Binswanger em prol da daseinanálise. Deparamo-nos, mesmo, com afirmativas que testemunham a abordagem diferenciada da daseinanálise com Binswanger quando (ao abordar o que comumente é qualificado, por exemplo, como neurose) este explica a patologia como um projeto restrito ao campo fenomenal do ser-aí ou, dizendo de modo mais claro: "um modo encurtado de projeção do campo existencial." (FEIJOO, 2012, p. 71) Um posicionamento como este nos instiga a pensar sobre o modo de atuação da daseinanálise e o estatuto de conceitos-chave do pensamento binswangeriano, como o cuidado, o amor, e a confiança entre analista e analisando no interior da mesma. 

No substancial tópico dedicado a Boss, o leitor encontra um apanhado geral de suas ideias. Ali, Feijoo também ressalta muitas apropriações que o daseinanalista faz do pensamento de Heidegger, além dos conceitos inovadores que cria em benefício de uma clínica fenomenológico-existencial: seria o caso da "angústia vital", do "sentimento de culpa", do "ser-doente" e da "libertação psicoterápica".3 Expondo que o terapeuta suíço sustenta a inseparabilidade do orgânico e do psíquico; questiona a histeria como produto de perturbações funcionais, e especula sobre o caráter hereditário de certas psicopatologias (como se presenciaria no caso da paciente Sra. K.), o texto de Feijoo faz com que seu leitor se interrogue sobre vestígios de uma visada psicofísica presente na clínica de Boss, suspeita que se reforça em algumas das citações daquele pensador na seleta que o capítulo oferece.

O saldo mais positivo deste subtópico, entretanto, está nas reflexões reservadas ao conceito de amor (tema, aliás, recorrente em Binswanger). Ali, o potencial terapêutico desta tonalidade afetiva fundamental é abordado, e ressaltada sua influência na interface analista-analisando. Apoiada em Boss, Feijoo chega mesmo a mostrar que uma clínica psicológica (neste caso a daseinanalítica) pautada em elementos como o amor, a paciência e a calma poderia, segundo Boss, substituir a prática do aconselhamento psicoterápico, no qual o terapeuta acaba por tomar o paciente em sua tutela, obstruindo o caminho de sua singularização, o que, por si só, já contradiz a atitude hermenêutico-fenomenológica implícita na daseinanálise.

Esse segundo capítulo termina com uma série de considerações sobre a daseinanálise que são absolutamente indispensáveis para se entender como, em vista de Heidegger, Binswanger e Boss, se daria uma tal clínica. Prova disso é o que se tem quando, ao referendar os conceitos de ser-aí, intencionalidade e campo fenomenal, Feijoo remata o tópico sintetizando o que interpreta como objetivo de uma daseinanálise:

A tarefa de uma clínica fenomenológica consiste, assim, em quebrar o aglomerado de vivências que se dão na mistura de campos intencionais e que provocam a quebra do fluxo do eu. E, com isto, possibilitar que o instante e lugar do acontecimento se dêem. Levamos aqui o analisando a aperceber-se das suas vivências próprias e a colocar-se diante do campo intencional em que o fenômeno se constitui. (FEIJOO, 2011, p. 86)

Se na introdução e nos dois primeiros capítulos se identificava um caráter expositivo na tematização do "método", dos objetos e temas da psicologia fenomenológica, observa-se no capítulo terceiro uma modulação do discurso. Não apenas uma adequação ao vocabulário (neste caso, mais próximo aos representantes das ciências psi), mas também na descrição e análise das falas (fictícias)4 potencialmente escutadas em sessões de psicoterapia. Este tom (até então apenas presente nas citações dos daseinanalistas com que a autora se ocupou) passa, a partir de agora, a dar a tônica deste terceiro e último capítulo.

Ilustrativo de como uma daseinanálise pode se operar, a "análise fenomenológica de discursos clínicos" anunciada no título dá corpo ao tópico que em muito se vale da experiência da psicoterapeuta, remontando, inclusive, a outras pesquisas de Feijoo declaradas na bibliografia do livro. Deste modo, nas próximas 113 páginas que integram este extenso capítulo final (mais da metade da obra), encontramos considerações autorais acerca da clínica psicológica infantil, nas quais se vê como os filósofos da existência dialogam polemicamente com classificações diagnósticas próprias às ciências da era da técnica. Também contamos com notas sobre a aplicação do método fenomenológico na construção das investigações sobre o ser da criança; detalhamentos sobre a angústia, antecipação da finitude, atmosfera afetiva do temor e da coragem e, por fim, achegas sobre a clínica psicológica e a afinação provocada pelo tédio.

Em uma recensão crítica como a nossa, não poderia faltar a indicação de que a obra apresenta precisão terminológica e conceitual; clareza nas exposições (sem que isso dissolva a densidade da obra); rigor metodológico e atenção clínica, qualidades apenas verificáveis em uma pesquisa cujo autor possua um inequívoco domínio conteudístico apenas conquistado mediante a conjugação das práticas de pesquisa e da clínica. A existência para além do sujeito, editado na "Coleção Psicologia em Foco" sob o selo da Via Verita – em co-edição com Edições IFEN –, é um título original que enriquece a literatura da daseinanálise e serve com proveito a psicólogos e estudiosos de filosofia interessados nas intercessões entre a psicologia clínica e a fenomenologia.

 

Referências

HEIDEGGER, M. Seminários de Zollikon. Trad. ARNHOLD, G.; PRADO, M. F. A. Petrópolis: Vozes, 2001.

BISNWANGER, L. Três formas da existência malograda. Rio de Janeiro: Zahar, 1977.

BOSS, M. Angústia, culpa e libertação. Trad. B. Spanoudis. São Paulo: Duas Cidades, 1975.

______. Na noite passada eu sonhei... Trad. George Schlesinger. São Paulo: Summus, 1979.

RICHARDSON, W. J. Humanismo e psicologia existencial. In: GREENING, T. C. Psicologia existencial-humanista. Trad. E. Almeida. Rio de Janeiro: Zahar, 1975. p. 167-184.

SÁ, R. N. Apresentação In: FEIJOO. A. M. L. C. A existência para além do sujeito – A crise da subjetividade moderna e suas repercussões para a possibilidade de uma clínica psicológica com fundamentos fenomenológico-existenciais. Rio de Janeiro: Edições IFEN; Via Verita, 2011. p. 7-9.

 

 

Endereço para correspondência
Roberto S. Kahlmeyer-Mertens
Rua São Francisco Xavier, 524, Pavilhão - João Lyra Filho, 9 andar, Bloco F, sala 9037, Maracanã, Rio de Janeiro, RJ - Cep: 20550-013
Endereço eletrônico: kahlmeyermertens@gmail.com

Recebido em: 28/09/2012
Aceito para publicação em: 18/10/2012
Acompanhamento do processo editorial: Ana Maria Lopez Calvo de Feijoo

 

 

Notas

* Doutor em filosofia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ. Membro efetivo da Sociedade Brasileira de Fenomenologia – SBF.
1 Cf. Bibliografia.
2 Ideia latente na psicologia empírica de escolas como o estruturalismo de Titchner, o funcionalismo de James e o comportamentalismo com Watson e Skinner.
3 Veja-se mais a este respeito em Boss. Cf. Bibliografia.
4 Em nota ao terceiro capítulo, a autora diz que os relatos são fictícios, estabelecidos a partir de sua experiência como psicoterapeuta (FEIJOO, 2011, p. 89).



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