A ordem do caos: epistemologia de um tempo e experiências de ruptura na obra a trilogia de Nova York

Maria Carolina Gomes Barbalho

Resumo


A Trilogia de Nova York é um romance policial pós-moderno. Obra de seu tempo, traz questões pertinentes à contemporaneidade, como a intensificação das experiências de ruptura. Do encontro com o novo num espaço-tempo cada vez mais comprimido, seguem-se esvaziamentos das categorias que nos remetem a ordens, unidades, certezas. Contudo, imersa na realidade da ficção – e na nossa –, escolhi o caminho, não dos que lamentam saudosamente uma modernidade das seguranças, e sim dos que não consideram preencher os inúmeros vazios restantes, mas conservá-los como aberturas que são, como torção própria de paradigma – que nos lega não outra coisa senão outro paradigma. Desta imanência entre o ser/estar e o conhecer (não esqueçamos o detetive como sujeito de um ato epistêmico), lançarei ao interesse questões em três diferentes frentes: (i) sobre a contemporaneidade, análise da própria obra; (ii) na contemporaneidade, análise do discurso e da autoria; (iii) na e sobre a contemporaneidade.

Palavras-chave


A Trilogia de Nova York; Epistemologia; Contemporaneidade; Subjetivação

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