Práticas docentes na cibercultura e o esperançar de professoras na pandemia: possibilidades educativas para tornar o inédito, viável

Ana Clara São Thiago, Karolyne Neves da Silva, Luciana Velloso

Resumo


Este artigo trará experiências formacionais e pedagógicas de professoras-pesquisadoras na pandemia que, apesar de suas diferentes atuações, encontram-se no desenvolver de suas pesquisas dentro cenário da pandemia da COVID-19, buscando criar ‘sentidossignificações’ outros com seus ‘praticantespensantes’ nesse processo. Vivendo em uma cultura contemporânea mediada pelas tecnologias digitais em rede - a cibercultura - e sua relação com a cidade e o ciberespaço, compreendemos a importância das práticas educativas no contexto de uma educação online e nas implicações que nos movem e se movem durante as práticas de ‘aprendizagemensino’ e as experiências vividas dentro das instituições de ensino. Entendendo as contribuições de Paulo Freire, no que tange ao 'inédito viável’ e as rupturas com uma educação bancária, para dar espaço a uma educação libertadora, trazemos nossas práticas com alunos de graduação do curso de Pedagogia da UERJ e alunos do Ensino Fundamental I de uma escola pública localizada no Complexo da Maré - RJ, entrelaçando nossas pesquisas no sentido de nos movimentarmos em direção a uma maneira de ‘fazerpensar’ nossas práticas educativas de forma humanizada, sensível, empática e distante da dicotomia aluno-professor.


Palavras-chave


Cibercultura; Educação Online; Paulo Freire; Práticas Educativas

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DOI: https://doi.org/10.12957/redoc.2021.60120

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