Oscillations around a plateau: deaths by homicide in brazil – 1979-2013 / Oscilações em torno de um planalto: mortes violentas por homicídio no brasil - 1979-2013

Emilio Dellasoppa, Kaizô Beltrão

Resumo


Trabalho enviado em 29 de janeiro de 2016. Aceito em 31 de janeiro de 2016.

DOI: 10.12957/rdc.2015.20963

Abstract

This text focuses on the analysis on homicide/assault rates in Brazil over three decades: 1979-2013. It disaggregates the information by area – Great Regions - in Brazil and provides separate statistics for young adults and young adult males, the most vulnerable group. Rates are calculated as the ratio of registered deaths by causes from the Ministry of Health and the population estimated by the Central Statistical Office - IBGE. To further enhance the comprehension of the process at a lower ecological unit, we focused on the Southeast Region, which presented the sharpest drop. The analysis is replicated for all four states in the Region. Results showed that some short lived downward trends were just part of oscillations around a plateau. This plateau was the consequence of opposing trends among the several regions/states in Brazil. Additionally, a hypothesis raised in sociological literature, that the proportion of young adults in the population is positively correlated with homicide rates is ruled out by our data.

Keywords: Homicide/assault Rates; Brazil; Young adult males; Demographic hypotheses; Diversity of homicide/assault trends.

Resumo

O texto focaliza a análise das taxas de mortalidade por homicídio no Brasil durante mais de três décadas: 1979-2013. Os dados são desagregados por área – Grandes Regiões do Brasil. São fornecidas estatísticas para os adultos jovens e homens jovens, o grupo notoriamente mais vulnerável. As taxas são calculadas como a razão das mortes registradas por causas pelo Ministério da Saúde e a população estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Para aprofundar a compreensão do processo a níveis ecológicos menores, focalizamos na Região Sudeste, que apresentou a queda mais acentuada. A análise é replicada para os quatro estados da Região. Os resultados mostram que algumas tendências de queda são apenas parte de oscilações em torno a um platô. Este platô foi a consequência de tendências opostas entre as diferentes regiões/estados no Brasil. Ainda, uma hipótese levantada na literatura sociológica, de que a proporção de adultos jovens está correlacionada positivamente com as taxas de homicídio é invalidada pelos dados.

Palavras-chave: Taxas de homicídio; Brasil; Homens jovens; Hipótese demográfica; Heterogeneidade de tendências de homicídios.


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DOI: https://doi.org/10.12957/rdc.2015.20963

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