Os direitos humanos em crise na era do subjetivismo: finitude e reminiscência como solução nominalista ao problema dos universais / Human rights in crisis in the age of subjectivism: finitude and reminiscence as a nominalist solution to the problem of...

Bráulio Marques Rodrigues, Sandro Alex de Souza Simões

Resumo


DOI: 10.12957/rqi.2017.22207

À luz dos novos estudos sobre subjetividade e poder conduzidos pela Teoria Crítica, o presente trabalho se propõe a analisar as influências e origens do individualismo normativo na modernidade, necessário e presente inclusive para a configuração imperativa dos Direitos Humanos, que aqui abordamos tal como entendido por Hans Joas. A escolha desse autor se dá pela possibilidade de correlação das suas noções de “evidência subjetiva” e “intensidade afetiva” com o conceito de experiência em Aristóteles. É propósito desta pesquisa investigar os primórdios da lógica aristotélica e como os axiomas nominalistas, ao radicalizarem os pressupostos da epistemologia, polarizaram o debate normativo entre o positivismo e o direito natural na contemporaneidade ainda que, paradoxalmente, compartilhando a centralidade teórica das ideias de pessoa e vivência. Para tanto, embasados em Gonzalo Rodriguez-Pereira, usamos da hipótese de que a finitude e a reminiscência podem figurar como solução ao problema dos universais e, a posteriori, fundação laica de uma genealogia dos valores.

Palavras-chave: Nominalismo; Reminiscência; Lógica; Finitude; Direitos Humanos.

Abstract

In light of the new studies on subjectivity and power conducted by Critical Theory, this paper aims to analyze the influences and origins of normative individualism in modern times, necessary and present including the mandatory configuration of Human Rights, which here is approached as understood by Hans Joas. Choosing this author gives the possibility of correlation of his notions of "subjective evidence" and "emotional intensity" with the concept of experience in Aristotle. The purpose of this research to investigate the origins of Aristotelian logic and how nominalists axioms, by radicalizing the assumptions of epistemology, polarize the normative debate between positivism and natural law in contemporary times, although paradoxically, shares the theoretical centrality ideals of person and living. To this end, based on Gonzalo Rodriguez-Pereira, we use the assumption that the finitude and reminiscence may appear as a solution to the universal´s problem and, a posteriori, secular foundation of a genealogy of values.

Keywords: Nominalism; Resemblance; Logic; Finitness; Human Rights.


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DOI: https://doi.org/10.12957/rqi.2017.22207


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