O AMBIENTE DE ENSINO DO FUTURO “Rompendo as amarras”

Philip Long, Stephen C. Erhrman

Resumo


DOI: 10.12957/periferia.2010.3446

Para a maioria das pessoas, a representação do ensino superior é a sala de aula: professores falando, alunos ouvindo atentamente e fazendo anotações. O avanço dos alunos em direção ao seu diploma é medido pelo tempo que eles passam em sala de aula. O ritmo do dia a dia de uma Faculdade ou Universidade é essencialmente determinado pela programação das salas de aula, o toque dos sinais que enchem os corredores de alunos e professores correndo para a próxima aula. Vários educadores, no entanto, cada vez mais argumentam que tais salas de aula são ineficazes como ambientes de aprendizagem e que elas não deveriam mais ser construídas (1). Mas o que deveria substituí-las? Levando em consideração o futuro do espaço de aprendizagem, vamos discutir (1) algumas razões pelas quais as salas de aula tradicionais são inadequadas e precisam mudar, (2) algumas idéias que rompem com essas tradições, e (3) algumas sugestões de áreas que as equipes de planejamento devem ter em mente para que surjam idéias de futuros espaços de ensino mais pioneiros e menos cópias dos que já existem.


Palavras-chave


Sala de aula; tecnologia; aprendizagem

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DOI: https://doi.org/10.12957/periferia.2010.3446

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Revista Periferia, uma publicação eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Educação, Cultura e Comunicação em Periferias Urbanas – PPGECC/UERJ - ISSN: 1984-9540