PENSANDO O GRAFFITI COMO MEIO DE COMUNICAÇÃO: PRODUÇÃO DE SENTIDOS NO TERRITÓRIO SIMBÓLICO-IDENTITÁRIO DA RUA

Cristiane Palma Bourguignon, Priscila Bueker Sarmento

Resumo


Este trabalho apresenta uma reflexão teórica sobre o elemento urbano graffiti como potencial meio de comunicação na produção de sentidos no diálogo dos sujeitos no território das cidades. Com um ethos e linguagem peculiares, o graffiteiro como emissor se apropria de elementos da técnica que advém das artes tradicionais como a pintura para criar e expressar o seu “eu” subjetivo cuja mensagem será (ou não) percebida e (re) interpretada de diferentes maneiras, a partir do universo simbólico social do observador/receptor/ fruidor. Por ser uma tendência pós-moderna, a dificuldade de categorizar o graffiti a partir de suas características como meio de expressão não desqualifica esta que é uma prática social emancipatória, alternativa à comunicação tradicional, e que visa por meio de sua atuação uma sociedade plural e democrática no âmbito do direito à liberdade de expressão e pensamento.


Palavras-chave


comunicação; graffiti; pós-moderno; produção de Sentido; território

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.12957/periferia.0.30879

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil  

Revista Periferia, uma publicação eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Educação, Cultura e Comunicação em Periferias Urbanas – PPGECC/UERJ - ISSN: 1984-9540