A custo começa contra a mordaça: o corpo aflito em À mão livre

Paola Resende

Resumo


Este artigo pretende analisar o movimento da figuração subjetiva do corpo à violência histórica na obra À mão livre, de Armando Freitas Filho. Sem distanciar-se da relação entre poesia e política na produção do período, o objetivo é verificar como é realizada a entrada de dados de agressão e coerção na obra, isto é, como a violência torna-se arranjo, fundamento e forma (a partir, por exemplo, do isomorfismo) nos poemas, principalmente, em “Corpo de delito” e “A flor da pele”. Para compor essa análise, é proveitoso o diálogo com outras obras do autor e outras produções do período, a fim de apreender os paradigmas literários que estavam em questão na conjuntura da publicação.


Palavras-chave


poesia brasileira; Armando Freitas Filho, violência.

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DOI: https://doi.org/10.12957/palimpsesto.2022.60093

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ISSN 1809-3507 | DOI: 10.12957/palimpsesto


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