Mário de Andrade e a escrita epistolar

Felipe de Andrade Constancio

Resumo


A figura de Mário de Andrade ainda é indecifrável nas letras do modernismo brasileiro, por conta de suas facetas estéticas e culturais. Ainda há muito para se investigar sobre esse ícone da nossa cultura. Partindo desta premissa investigativa, este trabalho trilha o percurso de uma possível (re)leitura da correspondência de Mário. Valendo-nos das cartas publicadas no livro A lição do amigo (1982), busca-se investigar a intervenção estética operada pelo modernista no texto de Carlos Drummond de Andrade e no seu próprio fazer enquanto literato. Para tanto, recorre-se ao aparato teórico das escritas da intimidade, como uma corrente de estudos pós-modernistas em que se nota incidentemente a temática das escritas de si e das escritas do outro. Nossa hipótese de trabalho apoia-se neste fator: a intervenção de Mário no texto e na formação intelectual de Drummond parece forjar o seu próprio texto e o seu constante fazer intelectual.

Palavras-chave


Correspondência; Confissão; Escritas da intimidade

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DOI: https://doi.org/10.12957/palimpsesto.2020.48128

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ISSN 1809-3507 | DOI: 10.12957/palimpsesto


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