Linha de fuga e desterritorialização na novela "Salón de Belleza", de Mario Bellatin

Maria Isabel Bordini

Resumo


Este artigo pretende realizar uma leitura da novela Salón de belleza, do escritor mexicano Mario Bellatin, à luz das reflexões de Gilles Deleuze e Félix Guattari, mais especificamente a partir dos conceitos de linha de fuga e desterritorialização. Contudo, não se pretende instrumentalizar o pensamento de Deleuze & Guattari para proceder à análise literária e tampouco tomar o discurso literário como ilustração de conceitos filosóficos. Compreende-se, a partir do que preconiza o próprio Deleuze, que a relação entre a filosofia e as demais áreas do conhecimento, como a ciência, as artes e a literatura, não deve ser uma relação de um pensamento sobre algo, mas a de um pensamento com ou a partir. Desse modo, buscar-se-á apontar possíveis pontos de encontro entre o discurso filosófico e o literário, tendo em vista que ambos, ainda que utilizando procedimentos distintos, são instância de produção de conhecimento.

Palavras-chave


linha de fuga, desterritorialização, Mario Bellatin

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DOI: https://doi.org/10.12957/palimpsesto.2018.35397

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ISSN 1809-3507 | DOI: 10.12957/palimpsesto


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