A marginalização e a sexualização dos corpos negros na mídia e na literatura afrofeminina contemporânea: espaços que (de)formam identidades

Dênis Moura de Quadros

Resumo


Este artigo pretende articular os conceitos de Estado de crise (BAUMAN; BORDONI, 2016 [2014]) e o de homo sacer (AGAMBEN, 2002 [1995]) para compreendermos os processos de marginalização e sexualização dos corpos negros legitimados pela mídia (NASCIMENTO, 1978) e discutidos pela literatura afrofeminina contemporânea, que encontra na negritude (BERND, 1984) e na (de)formação dessas identidades negras subalternizadas um ponto de resistência. Para tanto, analisaremos esses corpos em duas perspectivas: uma masculina, que tem cristalizada a figura do bandido, e uma feminina, que tramita entre o corpo desejado da mulata e o inalcançável padrão de beleza feminino europeu. O recorte escolhido para análise contempla poemas de duas autoras contemporâneas da literatura afrofeminina: Cristiane Sobral (1974- ) e Mel Duarte (1988- ).

Palavras-chave


estado de crise, homo sacer, literatura afrofeminina, Poetry Slam

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DOI: https://doi.org/10.12957/palimpsesto.2018.35388

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Direitos autorais 2018 Dênis Moura de Quadros

 


ISSN 1809-3507 | DOI: 10.12957/palimpsesto


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