AS VAIDADES DE UM COLECIONADOR FANTASMA: UMA ANÁLISE DO CONTO VANITAS, DE ALMEIDA FARIA

Julia Pinheiro Gomes

Resumo


Neste trabalho, faremos uma análise do conto Vanitas de Almeida Faria. Nele, o autor imagina um insólito encontro entre o fantasma de Calouste Gulbenkian e um pintor que organiza sua exposição no palacete do mecenas em Paris. A partir daí, um diálogo (que mais se assemelha a um monólogo) se estabelece e o espectro, envolto numa aura evocada pelos objetos e elementos arquiteturais presentes naquela casa, conta sua vida (e morte) e sua paixão pelas artes plásticas, remetendo às pinturas femininas que fazem parte da sua coleção e são reproduzidas ao longo do livro. Além disso, em sua segunda publicação, foi acrescentado o tríptico Vanitas de Paula Rego, baseado no conto. Buscaremos, portanto, apontar alguns elementos que nos parecem importantes para compreensão do enredo, e concluiremos com um comentário em torno das vanitas, tanto na sua concepção original, como no conto de Almeida Faria e no quadro de Paula Rego.


Palavras-chave


Vanitas; Almeida Faria; Paula Rego; Presença fantasmática

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Direitos autorais 2018 Julia Pinheiro Gomes

 


ISSN 1809-3507 | DOI: 10.12957/palimpsesto


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