Emerging economic actors in the South American economic scenario: China - Southeast Asia and Argentina since 2007 / Atores econômicos emergentes no cenário econômico Sul-Americano: China – Sudeste da Ásia e Argentina desde 2007

M. Florencia Rubiolo

Resumo


Our aim in this paper is to analyze China’s and Southeast Asia presence in South America, and Argentina in particular. South America and China relations have shown a high level of trade complementarities. This phenomenon has occurred in parallel to a growing separation from the United States. China appeared as an alternative of international insertion for South America, mainly through the diversification of export destinies. But after a long decade, China’s approach to the South American region is reproducing asymmetrical bilateral relations, based on trade disparities rebuilding a centre-periphery scheme. In the case of Argentina, the links with SEA have unexplored potentialities for a more diversified international insertion that can be developed along with a South-South cooperation strategy, as a mean to reduce dependence from major trade partners. As we also argue in the article, this partner’s diversification has not been accompanied by a product diversification, instead we observe a higher degree of export concentration in the Argentinean side, reinforcing the agricultural-export model.

RESUMO

O objetivo do artigo é analisar a presença da China e do Sudeste Asiático na América do Sul e, particularmente, na Argentina. As relações da América do Sul com a China têm mostrado um alto nível de complementaridade comercial. Esse fenômeno vem ocorrendo simultaneamente ao crescente afastamento dos Estados Unidos da região. A China aparece para a América do Sul como uma alternativa de inserção internacional, sobretudo através da diversificação de destinos de suas exportações. No entanto, depois de uma longa década, o perfil da China para a região sul-americana tem reproduzido as relações bilaterais assimétricas baseadas em disparidades comerciais, re-criando assim um esquema de centro-periferia. No caso da Argentina, os vínculos com o Sudeste Asiático têm potencialidades ainda não exploradas para a diversificação de sua inserção internacional que podem ser desenvolvidas junto com uma estratégia de cooperação sul-sul, como um meio de reduzir sua dependência em relação a maiores parceiros comerciais. Assim como argumentamos no texto, esta diversificação de parceiros não tem vindo acompanhada de uma diversificação de produtos exportados; ao contrário, observamos um nível mais alto de concentração das exportações no lado argentino, reforçando seu modelo agrário-exportador.

Keywords: Argentina, Southeast Asia, China.

Palavras-chaves: Argentina; Sudeste da Ásia; China.

DOI: http://dx.doi.org/10.12957/rmi.2013.6754


Received on March 26, 2013 / Accepted on June 10, 2013.

Recebido em 26 de março de 2013 / Aceito em 10 junho de 2013.

 


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DOI: https://doi.org/10.12957/rmi.2013.6754



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