A escrita comum como dispositivo na formação em saúde

Adriana Rodrigues Domingues, Adriana Barin de Azevedo

Resumo


A oficina de escrita do diário de campo propõe uma experimentação da escrita de um acontecimento significativo vivido no cotidiano dos profissionais de saúde. Tomando o diário de campo como dispositivo, o exercício de escrita visa produzir linhas de visibilidade ao processo vivido, àquilo que pensa no corpo, às memorias, às imagens, às intensidades. Os profissionais de saúde são convidados a narrar a singularidade de seu modo de afetar e ser afetado pelas experiências, a partir de um encontro com os outros profissionais, por movimentos físicos que provocam deslocamentos pela sala e pela escuta e o registro em áudio de narrativas que falem sobre seu interesse pela oficina e pela escrita diarística. Esta aparece como uma forma de rachar o tempo, as cenas, as formas e os elementos que compõem a experiência, produzindo uma escrita comum e problematizando o percurso formativo destes profissionais em suas trajetórias singulares.

 


Palavras-chave


escrita comum; diário de campo; formação em saúde

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