Os intercessores e a amizade na escrita e leitura: possíveis, hoje?

Flávia Cristina Silveira Lemos, Dolores Galindo, Geise do Socorro Lima Gomes, Daiane Gasparetto da Silva, Vilma Nonato de Brício

Resumo


Este artigo visa a analisar a importância da amizade filosófica na escrita e leitura. O pensar pode ser realizado pela conversa e intercessão entre acontecimentos, bem como pelo problematizar práticas pelo dispositivo da amizade. Inventar maneiras e estilos de existência pressupõe o pensamento encarnado e a história enquanto vetores de singularização e ruptura com a cristalização das formas de existir e dos modos de ensinar, de estudar e de se relacionar. Interrogar o individualismo e o modo indivíduo em prol da produção do comum, mesmo na solidão, é uma tática de resistência, no presente. A dramática da prescrição do trabalho não impede a criação pela problemática do ato de perguntar e colocar em xeque as maneiras definidas de realizar cada ato e de efetuar a abertura de novos campos de possíveis.

 


Palavras-chave


intercessores; História; acontecimentos; amizade

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