Discurso, biopolítica e modos de subjetivação do idoso na pandemia

Marluce Pereira Silva, Edgley Freire Tavares

Resumo


Neste artigo, problematizamos, em discursividades da pandemia da COVID-19, a elaboração de subjetivida­des idosas como alvo de uma biopolítica. O percurso analítico partiu das teorizações foucaultianas sobre o discurso e o sujeito, articulando pressupostos teórico-metodológicos do campo dos estudos da linguagem e de outras áreas das ciências sociais. Interrogando os mecanismos linguísticos, os jogos de memória e os efeitos de sentido que singularizam gestos de interpretação da pandemia que colocam os modos de subje­tivação do idoso em posição referencial, objetivamos mostrar diferentes regimes de verdade e suas relações de saber e poder materializadas nos enunciados do acontecimento discursivo da pandemia.


Palavras-chave


Discurso; Subjetividades idosas; Pandemia; Biopolítica.

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DOI: https://doi.org/10.12957/matraga.2021.56909

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ISSN 1809-3507 | DOI: 10.12957/matraga


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