Contornos da prosa modernista em The Waves

Patricia Marouvo Fagundes

Resumo


Este artigo busca investigar a maneira como a forma do romance The Waves (1931), de Virginia Woolf, se instaura como expressão de sua prosa modernista, política e feminista. As diferentes vozes das seis persona­gens principais são atravessadas pelo tempo, da infância à velhice, e entre elas são inseridos interlúdios que, reunidos, apresentam o decorrer de um dia, instâncias paralelas que se interpenetram na complementaridade entre ser humano e natureza de que faz parte. A enorme importância que a autora sempre deu para a forma de seus textos é inegável, em especial ao explorá-la ao máximo, a ponto de esgarçar as fronteiras entre os gêneros literários e não-literários. Por meio de um apanhado de seus ensaios e passagens de seus diários, além da contribuição de textos seminais da crítica woolfiana, propõe-se que uma forma significante se avulta à maneira de recorte e colagem de cores e brilhos, luzes e sombras que encerrem a multiplicidade una que o todo de um mosaico compõe. 


Palavras-chave


Prosa modernista; Virginia Woolf; The Waves.

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DOI: https://doi.org/10.12957/matraga.2020.49229

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ISSN 1809-3507 | DOI: 10.12957/matraga


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