Uma caneta, manchetes e (des)manipulação: palavras como objeto de disputa

Eliane Kist, João Carlos Cattelan

Resumo


Sob a perspectiva da Análise do Discurso francesa, de Michel Pêcheux, este artigo examina o funcionamento da noção de Formação Discursiva no processo discursivo de duas manchetes, uma do Portal G1 de Notícias e outra do jornal Estadão, reescritas pelo viés da página do Facebook Caneta Desmanipuladora. Buscamos, sobretudo, examinar os efeitos de sentidos imbricados no processo de reformulação das manchetes. Para sustentar nossa análise, no decorrer do texto, mobilizamos outras noções da teoria como formações ideológicas, interdiscurso e memória, a fim de melhor observar o funcionamento da ideologia, sua regulação na linguagem e os efeitos de sentido sustentados pelas formações discursivas. Nossa análise permitiu compreender que os efeitos de sentido nas manchetes são determinados pelo efeito de evidência das formações discursivas e pelas contradições que estas põem em movimento.


Palavras-chave


Análise do Discurso; Manchete; Caneta Desmanipuladora; Formações Discursivas.

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DOI: https://doi.org/10.12957/matraga.2020.47030

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ISSN 1809-3507 | DOI: 10.12957/matraga


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