A segunda impotência: Jacques Edwards

Raúl Antelo

Resumo


Metamorfosis de Jacques Edwards nos mostra a História como uma série de avanços e retrocessos. O dadaismo aristocrático do escritor chileno era parcialmente indiferente ao presente. Não queria transgredi-lo (como os marinheiros envolvidos na revolta da Chibata ou, mais tarde, os surrealistas). Não queria legislar, já que se constituia a partir da figura do bufão (o palhaço da burguesia de Oswald de Andrade). O dadaismo de Edwards sofre as dissonâncias do tempo ao ponto da auto-desintegração e, através da mimetização do discurso epiléptico, a mímese se torna um plus, um excesso mimético.

Palavras-chave


Dada; excesso mimético; revolta; modernismo brasileiro.

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ISSN 1809-3507 | DOI: 10.12957/matraga


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