PADRÕES VARIÁVEIS DE CONCORDÂNCIA VERBAL EM REDAÇÕES DE VESTIBULAR: RESTRIÇÕES E AVALIAÇÃO

Silvia Rodrigues Vieira, Juliana Cristina de Paula Pires

Resumo


Este artigo apresenta os resultados do estudo sociolinguístico das normas variáveis de concordância verbal de terceira pessoa do plural praticadas por estudantes em redações de vestibular, contexto de alto grau de monitoração estilística. Tomando por base os pressupostos da Teoria da Variação e Mudança (WEINREICH, LABOV, HERZOG, 1968; LABOV, 1972, 1994, 2003), objetiva-se (i) descrever o comportamento da regra variável, definindo os fatores linguísticos atuantes (restrictions problem), e (ii) caracterizar o valor social das variantes no contexto de avaliação escolar (evaluation problem). O corpus é constituído de 400 redações do vestibular da Universidade Federal do Rio de Janeiro, distribuídas em quatro conceitos, a depender da nota recebida pelo texto no quesito “atendimento ao padrão culto escrito” – 0,5 (meio); 1,0 (um); 1,5 (um e meio); 2,0 (dois). Por meio da correlação entre as notas recebidas pela redação no quesito “atendimento ao padrão culto escrito” e o uso variável da (não)-concordância verbal, pretende-se analisar a avaliação subjetiva das formas alternantes no contexto de avaliação escolar.


Palavras-chave


Concordância verbal; Variação linguística; Avaliação.

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ISSN 1809-3507 | DOI: 10.12957/matraga


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