QUANDO DEIXOU A NATUREZA DE FALAR COM O POETA? A POESIA PORTUGUESA NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIX

Helena Carvalhão Buescu

Resumo


Este ensaio segue a hipótese de que a poesia portuguesa da segunda metade do século XIX representa a clivagem decisiva que se dá na modernidade. Ela implica, por um lado, a crença num sentido do mundo espelhável na natureza, a que o poeta acede através da leitura do livro do mundo, e, por outro, uma progressiva descrença de que o mundo seja legível e, sequer, que seja um livro. A morte de Deus é um corolário da perda deste sentido.


Palavras-chave


liber mundi; interpretação; legibilidade do mundo.

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ISSN 1809-3507 | DOI: 10.12957/matraga


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