O ‘EU’ E ‘O LIVRO DO DESASSOSSEGO’: REFLEXÕES EM TORNO DE AUGUSTO DOS ANJOS E FERNANDO PESSOA

Lucia Helena

Resumo


O ensaio considera a poesia de Augusto dos Anjos, sob o paradigma da “ficção do desassossego”, entendido, a partir da obra de Fernando Pessoa, como produto melancólico da tensão moderna entre a construção do eu e da intimidade e a percepção trágica da existência na arte ocidental. No poeta paraibano, menos do que um tema, o desassossego é um procedimento artístico, que retoma o tom das cosmogonias gregas, mas não encontra o alento da purgação catártica.


Palavras-chave


modernidade; subjetividade; sentimento trágico.

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ISSN 1809-3507 | DOI: 10.12957/matraga


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