K-pop, ativismo de fã e desobediência epistêmica: um olhar decolonial sobre os ARMYs do BTS

Krystal Urbano, Daniela Mazur, Mayara Araujo, Afonso de Albuquerque

Resumo


Os fãs de K-pop têm chamado a atenção da mídia internacional por conta de seu engajamento em causas políticas e sociais em diversos países. No intuito de investigar a dimensão política do ativismo desses fãs em específico, este artigo se propõe a abordar o impacto global do K-pop, tendo em vista o debate mais abrangente sobre decolonialidade. Para tanto, utilizamos como objeto de análise o recente caso do fã-clube oficial do BTS, conhecido como ARMY, que desafiou os posicionamentos do presidente norte-americano Donald Trump. A partir de uma abordagem decolonial e da concepção de desobediência epistêmica, apontamos que o consumo da cultura pop sul-coreana dispõe de ferramentas que dialogam com a esfera não-ocidental e funciona fora da lógica colonial, especialmente em meio a ascensão global da boyband BTS.

Palavras-chave


Decolonização; Ativismo de fãs; K-pop

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DOI: https://doi.org/10.12957/logos.2020.54453

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