Blade Runner depois dele mesmo: ambiguidade e fotogenia no pós-humano

Eduardo Portanova Barros, Carlos Alfredo Gadea

Resumo


Este artigo discute a questão da ambiguidade, através da fotogenia, em Blade Runner, filme dirigido por Ridley Scott e que é baseado no livro “O caçador de andróides” (Do androids dream of electric sheeps?), de Philip Kindred Dick. A escolha deste filme se justifica pelo fato de que os androides adquirem, em muitas situações, comportamentos humanos. 


Palavras-chave


Cinema; Fotogenia; Ambiguidade

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DOI: https://doi.org/10.12957/logos.2012.3192

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