Desordem, violência(s) e indisciplina(s) nas escolas contemporâneas: ansiedades republicanas

Alexandra Leandro

Resumo


A partir de uma etnografia desenvolvida em três escolas públicas portuguesas, e considerando-se diferentes níveis de observação e análise – a escola pública enquanto projeto social e cultural, os processos micropolíticos da organização escolar e os microeventos escolares –, procurou-se perceber o modo como os agentes escolares experienciam e se posicionam em relação a um conjunto de dinâmicas consideradas disruptivas, que têm os alunos como protagonistas centrais, no duplo papel de autores e vítimas. A reflexão passa por ter em conta as diferentes, e muitas vezes contrastantes, definições, emoções e atuações que constituem esses diferentes níveis de performance e regulação.

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