Um projeto sobre Florações de algas nocivas (FANs) na Baía de Sepetiba discute o território pesqueiro

Patrícia Domingos, Gleyci A. de Oliveira Moser, Marcelo Manzi Marinho, Igor Tavares Sampaio, Giselle Costa, Henrique Tolentino, Renan Silva Arruda

Resumo


DOI: 10.12957/interag.2014.6883

Este relato descreve um projeto de extensão sobreos riscos de florações de algas nocivas (FANs) e osatuais impactos socioambientais sobre o territóriopesqueiro da Baía de Sepetiba, em início de execuçãopor iniciativa do IBRAG, FAOC, NIESBEF/UERJ e GEPEADS/UFRRJ. Os objetivos principaissão: (I) contribuir para a discussão e conhecimentodo problema por professores e alunosde 40 escolas públicas do entorno da baía; (II)monitorar a ocorrência de FANs; (III) mapear apercepção de pescadores sobre seu território depesca. A região da Baía de Sepetiba foi escolhidapara a implantação de megaempreendimentosindustriais e novos terminais portuários que criamzonas de exclusão de pesca. Ao mesmo tempo,registros anteriores de FANs na baía e o risco denovas florações, representam potencial reduçãoao território de pesca, com prejuízos para o ecossistemae para o ser humano. É fundamental adivulgação de causas e efeitos de FANs, colaborandopara a construção coletiva de atitudes queminimizem seus riscos para saúde pública. Sãorealizadas amostragens mensais da água para omonitoramento de FANs, desde FEV/2013. Entrevistascom os pescadores, a cada saída, associadoaos resultados das análises de água subsidiarãoa produção de um material didático para asescolas.


Palavras-chave


Baía de Sepetiba, Florações de algas nocivas, Território pesqueiro.

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DOI: https://doi.org/10.12957/interag.2014.6883

ISSN: 1519-8847 | E-ISSN: 2236-4447
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